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Randolfe diz ter mínimo de assinaturas para prorrogar CPI

A comissão, que encerraria seu trabalhos no dia 7 de agosto, deverá funcionar até novembro

29 jun 2021 11h08
| atualizado às 11h18
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05/05/2021
REUTERS/Adriano Machado
05/05/2021 REUTERS/Adriano Machado
Foto: Reuters

O vice-presidente da CPI da Covid do Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou nesta terça-feira, 29, já ter alcançado o número mínimo para prorrogar por mais de 90 dias os trabalhos da comissão de inquérito.

"ATENÇÃO! Já temos as assinaturas necessárias para prorrogar a CPI da Pandemia no Senado", disse ele, no Twitter.

Assim que encerrar a fase da coleta, as assinaturas terão de ser encaminhadas ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que fará a leitura do pedido de prorrogação dos trabalhos.

A comissão, que encerraria seu trabalhos no dia 7 de agosto, deverá funcionar até novembro no momento em que a investigação parlamentar avança sobre suspeitas envolvendo o governo do presidente Jair Bolsonaro.

A CPI colocou Bolsonaro no foco das apurações após as suspeitas de irregularidades no contrato para a compra, no valor de R$ 1,6 bilhão, de doses da vacina indiana contra covid-19 Covaxin.

O deputado Luís Miranda (DEM-DF) e o irmão dele, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, afirmaram, em depoimento à CPI na sexta-feira passada, terem alertado o presidente sobre suspeitas na contratação da Covaxin.

O presidente e a Precisa Medicamentos, que representa a Bharat Biotech, negam irregularidades.

Após os depoimentos dos irmãos Miranda, Randolfe e outros dois senadores apresentaram ao Supremo Tribunal Federal uma notícia-crime por prevaricação contra Bolsonaro.

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