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Política

PM que atacou manifestante 'porque quis' é candidato no DF

8 jul 2014 - 14h18
(atualizado às 14h25)
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O capitão Alexandre Bruno da Rocha, que afirmou que agrediu manifestantes "porque quis": conduta "lamentável", segundo MP, mas que, por si só, não configura crima
O capitão Alexandre Bruno da Rocha, que afirmou que agrediu manifestantes "porque quis": conduta "lamentável", segundo MP, mas que, por si só, não configura crima
Foto: Facebook/YouTube / Reprodução

Alexandre Bruno da Rocha, o policial militar (PM) que ganhou notoriedade durante um protesto ocorrido em Brasília em 2013 ao afirmar que agrediu manifestantes "porque quis", estará entre os postulantes às vagas de deputado distrital da Câmara Legislativa de Brasília (CLDF) nas eleições deste ano.

'Capitão Bruno' concorrerá pelo Partido Progressista (PP) na chapa "Respeito por Brasília", que tem coligação com o Partido dos Trabalhadores (PT). A candidatura do PM foi cadastrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral se encontrava até o início da tarde desta terça-feira aguardando confirmação.

O policial ganhou notoriedade nacional durante um protesto ocorrido em Brasília em 7 de setembro de 2013. No ato, manifestantes se aproximaram de um cordão de isolamento montado por policiais. Um dos ativistas foi atingido por spray de pimenta disparado por um policial. Em um vídeo gravado na ocasião, o PM, questionado o porquê da agressão, respondeu que atacou porque podia fazê-lo. "Ataquei porque eu quis, pode ir lá denunciar", disse.

O caso ganhou inquérito policial, mas o caso acabou sem punição ao oficial. A Justiça arquivou o caso sob o argumento da falta de evidência da suposta má conduta de Alexandre. O Ministério Público também defendeu o policial, afirmando não ser possível afirmar ter sido ele o executor da agressão contra os manifestantes.

Fonte: Terra
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