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Política

Derrite faz sexta versão do projeto antifacção com mudanças em agravantes e audiências de custódia

Sessão para votação do texto está em andamento na Câmara dos Deputados

18 nov 2025 - 19h06
(atualizado às 19h08)
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Guilherme Derrite é relator do projeto antifacção na Câmara dos Deputados
Guilherme Derrite é relator do projeto antifacção na Câmara dos Deputados
Foto: Taba Benedicto/Estadão / Estadão

BRASÍLIA - O deputado Guilherme Derrite (PP-SP) divulgou na noite desta terça-feira, 18, uma sexta versão de seu parecer sobre o projeto antifacção, com alterações em um dos agravantes para o crime de "domínio social estruturado" e também nas previsões sobre as audiências de custódia por videoconferência. A sessão que votará o texto está em andamento na Câmara.

No artigo que descreve as condutas enquadradas como "crimes cometidos por membros de organização criminosa ultraviolenta" são listadas as respectivas penas e agravantes. Nesse trecho, Derrite propôs mais uma hipótese para aumentar a pena de eventuais réus: quando o "crime é cometido com o fim de obter vantagem econômica com a extração ilegal de recursos minerais ou a exploração econômica não autorizada".

Derrite também detalhou o regramento sobre as audiências de custódia via videoconferência, prevendo, por exemplo, que todos os estabelecimentos prisionais terão salas próprias, "com disponibilização de mecanismos de videoconferência estáveis".

O relator ainda fez um ajuste na redação sobre o perdimento extraordinário de bens. Agora, a previsão é de que a medida seja aplicada quando "restar clara a origem ilícita do bem, independente de condenação penal", nem necessidade de haver risco de dissipação de patrimônio.

Estadão
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