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Política

CPMI do INSS: Governo faz acordo para evitar convocação do irmão de Lula

Aliados do governo na CPMI do INSS firmaram um acordo para que Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não seja convocado a depor.

26 ago 2025 - 19h49
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Aliados do governo na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmaram um acordo para que Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não seja convocado a depor.

Fraude no INSS: irmão de Lula ao lado da foto do presidente.
Fraude no INSS: irmão de Lula ao lado da foto do presidente.
Foto: Divulgação / Portal de Prefeitura

Frei Chico ocupa o cargo de vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindinapi), uma das entidades investigadas pela Polícia Federal.

Em entrevista a jornalistas nesta terça-feira, 26 de agosto, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que houve consenso entre os membros do colegiado.

Segundo Viana, ficou "acertado" com o relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), com a oposição e com o governo que não haverá "convocação de âmbito político".

Delegado da PF convocado

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no INSS convocou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para prestar esclarecimentos sobre a condução das apurações. As informações são de Igor Gadelha, do site Metrópoles.

A convocação foi protocolada pelo senador Marcos Rogério (PL-RO), que quer explicações sobre a ausência de investigação contra José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão do presidente Lula (PT).

Frei Chico, que é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), foi citado em denúncias relacionadas ao esquema de fraudes em benefícios do INSS. No entanto, segundo declaração do próprio Andrei Rodrigues, feita em abril, nem o sindicato nem o irmão do presidente estão inseridos nas investigações conduzidas pela PF.

A oposição pressiona por isonomia nas apurações e cobra explicações sobre o que considera uma possível omissão da Polícia Federal no caso.

"As declarações repercutiram nacionalmente e suscitaram controvérsia sobre o escopo das investigações, os critérios técnicos adotados para seleção de alvos, a motivação para determinadas medidas cautelares e a governança de dados compartilhados com INSS, Dataprev e CGU", afirma o senador no requerimento de convocação.

Portal de Prefeitura
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