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Política

COLUNA | Bomba: será aberta uma CPI em Viamão para investigar empresas da família do deputado Valdir Bonatto

Os têm direito à ampla defesa, enquanto o caso amplia a pressão política no Legislativo local

2 mar 2026 - 07h48
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Um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) deve ser protocolado na próxima terça-feira (3) na Câmara de Viamão para apurar possível sonegação fiscal envolvendo empresas da área de ensino ligadas aos filhos do deputado estadual Valdir Bonatto, que também foi prefeito do município. Dentre os investigados, está o vereador da cidade, Leandro Bonatto, que teria associação com um dos negócios. A iniciativa já reúne o número mínimo de assinaturas necessárias e será analisada em plenário, em meio à investigação conduzida pelo Ministério Público.

Foto: Reprodução/Redes Sociais / Porto Alegre 24 horas

A apuração do MP concentra-se principalmente nas empresas educacionais registradas em nome dos filhos do parlamentar. Entre os empreendimentos investigados estão uma creche e uma escola do município, que teriam ligação societária com os herdeiros de Bonatto. Os estabelecimentos são alvo de auditorias fiscais que apontaram autuações superiores a R$ 2 milhões, além da caducidade de cerca de R$ 800 mil em créditos tributários que já não podem mais ser cobrados pelo município. As auditorias fiscais tiveram origem em denúncias encaminhadas à Secretaria Municipal da Fazenda ainda em 2019.

O procedimento tramita na Promotoria de Justiça Cível de Viamão e inclui a requisição de cópias integrais dos processos administrativos envolvendo autos de infração e revisões fiscais dessas instituições de ensino. O promotor Marcelo Fagundes Fischer determinou o envio de documentos detalhados, incluindo relatórios, decisões administrativas e registros de movimentação interna dos processos, com identificação de responsáveis e datas de tramitação.

Além da suposta sonegação, a investigação também busca esclarecer se houve falhas administrativas que contribuíram para a perda de valores aos cofres públicos durante a gestão municipal. Até o momento, não há decisão judicial definitiva sobre responsabilidades individuais. Os  têm direito à ampla defesa, enquanto o caso amplia a pressão política no Legislativo local.

Porto Alegre 24 horas
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