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Câmara quer que Lula explique fala sobre "exército" do MST

Comissão aprovou convite ao ex-presidente e ao líder do MST, João Pedro Stédile; eles não são obrigados a comparecer

18 mar 2015 18h05
| atualizado às 18h17
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Rio de Janeiro - João Pedro Stédile (à direita), presidente do MST, comparece ao protesto
Rio de Janeiro - João Pedro Stédile (à direita), presidente do MST, comparece ao protesto
Foto: Andre Naddeo / Terra

A Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta quarta-feira dois requerimentos para convidar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, para explicarem a declaração de Lula de que Stédile colocaria seu “exército” nas ruas para defender o governo. Ambos foram convidados, mas não têm obrigação de comparecer.

A declaração de Lula foi dada no dia 24 de fevereiro, durante um protesto em defesa da Petrobras, no Rio de Janeiro. “Nós sabemos brigar também. Sobretudo quando o João Pedro Stédile colocar o exército dele do nosso lado”, disse o ex-presidente.

Para o deputado Ezequiel Teixeira (SDD-RJ), autor do requerimento, Lula incitou “guerra civil” com suas palavras. “Tal declaração incita a guerra civil. Trata-se, na verdade, de uma ameaça que pode colocar em risco a segurança nacional e a soberania do Brasil”, afirmou Teixeira em seu pedido.

 

 

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Fonte: Terra
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