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Presidente do PSL lança Major Olímpio para comandar Senado

Senador disse que ainda está avaliando a possibilidade

2 jan 2019
13h27
atualizado às 14h55
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O presidente do PSL, o deputado eleito Luciano Bivar, lançou o senador eleito Major Olímpio como candidato à presidência da Casa. Olímpio, por sua vez, diz que ainda está avaliando. "Fui intimado pelo Bivar durante a posse. Ele realmente me veio com essa proposta e eu pedi para refletir. É o que mais eu tenho feito nas últimas 24 horas, estamos ponderando a situação", disse ao "Broadcast", plataforma de notícias em tempo real do "Grupo Estado".

Senador Major Olímpio
Senador Major Olímpio
Foto: Ariadne Barroso/Photopress / Estadão Conteúdo

Segundo o presidente do PSL, Olímpio reúne todas as condições de presidir a Casa. "A princípio, ele relutou sobre o assunto, mas o fato é que existe um monte de senador que não tem candidato", comentou Bivar. "Olímpio é formado em sociologia, Direito e obteve nove milhões de votos na maior unidade federativa do Brasil. Então tem todas as condições de presidir o Senado, com muita dignidade.

Para Olímpio, que é atualmente deputado federal, há uma série de questões a serem ponderadas, como se a votação será aberta ou fechada e se haverá a possibilidade de segundo turno. "Eu como brasileiro, gostaria muito que a transparência fosse absoluta e que a eleição fosse aberta - a sociedade tem o direito de saber como votam seus senadores", disse.

Maia

O senador também comentou o apoio do PSL à candidatura de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o comando da Câmara dos deputados. "Temos de garantir espaço e governabilidade para o governo Bolsonaro. Correr o risco do partido ficar isolado, fora das mesas, não participando das comissões, sem a força de constituição de blocos sólidos, é ou seria bastante temerário", afirmou Major Olímpio.

Para ele, a candidatura de Maia vai dar um suporte maior ao governo Bolsonaro. Segundo o senador eleito, Maia manifestou que defende a ampla maioria das pautas que devem ser encaminhadas por Bolsonaro. "Vejo isso de forma pragmática para ter força nas votações de Bolsonaro", disse.

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Estadão

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