Augusto Cury afirma que manterá o Pix, mas com 'algumas adaptações'
Se eleito, o Brasil deverá ter, em seu eventual mandato, uma postura pacífica, mas não subserviente
Em campanha no Rio de Janeiro, o candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que manterá o Pix se for eleito, embora pretenda fazer adaptações no mecanismo, que é investigado pelos Estados Unidos. Cury também criticou as taxas impostas por Donald Trump às exportações globais e declarou intenção de dialogar com os Brics e Javier Milei. O candidato reforçou que o país adotará uma diplomacia pacífica em seu governo, mas sem subserviência a outras nações.
O candidato do Avante à Presidência da República, Augusto Cury, disse nesta segunda-feira, 7, que, se eleito, manterá o Pix, mas com "algumas adaptações", sem dar detalhes. O mecanismo de pagamentos brasileiro é alvo de investigação pelo governo norte-americano.
De acordo com o candidato, o Brasil deverá ter, em seu eventual mandato, uma postura pacífica, mas não subserviente. "Nós vamos manter o Pix no meu governo, mas temos que trazer algumas adaptações."
O candidato participou de uma curta caminhada na Av. Atlântica, em Copacabana, na zona sul do Rio. "Países que tiveram condições de fazer negociação isolada com outros países terão essa liberdade", acrescentou, sem detalhar. "Eu quero conversar com o Javier Milei e com os presidentes dos países do Brics", disse. "Por detrás dessa taxação do Trump que está prejudicando as exportações, não apenas do Brasil, mas de quase todo o mundo, há um desespero por solucionar a equação financeira deles."
Segundo Cury, o Brasil é um país pacífico, que tem embaixadores notáveis. "Seremos pacíficos, mas não seremos subservientes em hipótese alguma."
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