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Política

Anunciado como ‘amigo fiel’, Tarcísio diz que é ‘fundamental’ ter Bolsonaro na eleição em 2026

Governador de São Paulo defendeu que o ex-presidente concorra o próximo pleito e chamou processo da trama golpista de "viciado"

7 set 2025 - 16h02
(atualizado às 16h48)
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Resumo
Tarcísio de Freitas defendeu a candidatura de Jair Bolsonaro em 2026, criticou o processo no STF sobre a trama golpista como "viciado" e pediu anistia ampla para os envolvidos.
Tarcísio de Freitas, governador do Estado de São Paulo, em ato pró-Bolsonaro neste domingo, 7
Tarcísio de Freitas, governador do Estado de São Paulo, em ato pró-Bolsonaro neste domingo, 7
Foto: Reprodução/YouTube/Silas Malafaia

Anunciado como 'amigo fiel' do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu que é 'fundamental' o ex-mandatário seja candidato em 2026. Ele também discursou no ato pró-Bolsonaro e pela anistia na Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste 7 de Setembro. 

Ele subiu ao trio por volta das 16h e foi aplaudido. Começou seu discurso dizendo que a manifestação era para celebrar a Independência do Brasil. "Não existe independência sem liberdade. Essa festa aqui não está completa porque Jair Messias Bolsonaro não está aqui conosco". 

Tarcísio afirmou que é preciso "defender com toda a força da alma" a liberdade, o Estado de Direito e a democracia e que, para isso, seria necessário ter o ex-presidente concorrendo ao próximo pleito. 

"É fundamental que, para isso, as pessoas possam ser avaliadas nas urnas. Para isso, é fundamental que nós tenhamos Jair Messias Bolsonaro na eleição do ano que vem. Só existe um candidato para nós, que é Jair Bolsonaro”. 

Tarcísio não deixou de citar o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode condenar o ex-presidente e sete aliados por tentativa de golpe de Estado.

Para o governador, a delação de Mauro Cid é “mentirosa” e o processo está "viaciado". Para ela, não há provas de envolvimento de Bolsonaro. E, mais uma vez,  defendeu a anistia irrestita para os envolvidos na trama golpista

"Como nós vamos admitir uma condenação? Só há uma forma de resolver isso, é a anistia. Anistia ampla. Nós temos que viver num país onde as lideranças sejam respeitadas, onde as divergências sejam resolvidas na urna. Deixa o Bolsonaro ir para a urna. Qual é o problema? Ele é o nosso candidato, e eu tenho certeza que ele indo para a urna, vai vencer a eleição e vai continuar o trabalho que ele começou", declarou. 

Fonte: Redação Terra
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