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Política

Advogado: prisão de Berfran foi 'desnecessária' e 'desproporcional'

Já o advogado de Carlos Niedersberg acredita que presos devem ser liberados após depoimentos e acareações que começam hoje

30 abr 2013 - 12h09
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Secretários, servidores públicos e empresários teriam envolvimento com o esquema
Secretários, servidores públicos e empresários teriam envolvimento com o esquema
Foto: Diogo Sallaberry / Futura Press

O advogado Luciano Feldens, que representa o ex-secretário de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul Berfran Rosado, classificou, nesta terça-feira, como “desnecessária” e “desproporcional” a prisão de seu cliente. Ele foi um dos 18 presos pela Polícia Federal, na manhã de segunda-feira, na operação Concutare, que desarticulou um esquema de propinas para liberação de licenças ambientais.

“Têm elementos que não nos foram oferecidos, precisamos ter acesso a estas informações. É evidente que sem isso, prejudica qualquer condição que tenho de me contrapor a essa medida desproporcional, de enviá-lo ao presídio de forma desnecessária, impedindo uma adequada audiência do advogado com o seu cliente”, afirmou Feldens.

Já Eduardo Campos, defensor do secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Niedersberg - exonerado pelo governador Tarso Genro após saber de sua prisão – acredita que os presos devem ser liberados após os depoimentos, que começam hoje pela tarde, ou após eventuais acareações.

“Esperamos que após os esclarecimentos, essa soltura se dê por iniciativa das autoridades. Mas acaso isso não venha a ser feito, cogitaremos a hipótese de alguma medida judicial, mas o pedido de habeas corpus não é a primeira medida. Não sei se essa libração se daria imediatamente após a conclusão dos depoimentos, uma vez que ainda podem ocorrer eventuais acareações”, afirmou Campos.

Feldens disse que os advogados só tiveram acesso aos autos após a transferência de seus clientes para o Presídio Central de Porto Alegre, e reclama de condições precárias de contato com seu cliente, “que dificulta de sobremodo a defesa”, afirmou.

O defensor de Niedersberg disse que seu cliente está tranquilo, e que tem plenas condições de esclarecer os pontos levantados pelas autoridades. “Agora é um procedimento inquisitório, que pode ter inúmeras interpretações que decorrem da visão policial, e que não necessariamente, constam nos autos”, afirmou.

Fonte: Terra
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