Polícia descarta suicídio e aponta 'adulteração do local' onde PM foi encontrada morta em SP
A Secretaria de Segurança Pública realizou nesta quarta-feira, 18, uma coletiva de imprensa para esclarecer novas direções da investigação do caso. A princípio, a morte da policial militar Gisele Santana foi registrada como suicídio, mas as investigações constataram "inconsistências significativas" quanto à conduta do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, marido da PM. "As provas periciais médico-legais analisadas pela polícia técnico-científica indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio, além de apontar indícios de alteração do local do crime", explicou o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves. Geraldo foi preso na manhã desta quarta-feira, 18, após mandado expedido nesta madrugada; também foram realizados a apreensão de aparelhos celulares e quebra de sigilo. Gisele foi encontrada morta no apartamento onde morava com o marido, em São Paulo, com um tiro na cabeça, no mês passado. Divulgação/Secretaria da Segurança Pública