"Se ele quiser exercer algum cargo no meu governo, é óbvio que ele vai exercer": Flávio fala sobre Jair Bolsonaro
Durante sabatina no Jornal Nacional, o candidato abordou a possibilidade de nomear o pai para o governo e defendeu o irmão
Em sabatina, Flávio Bolsonaro não descartou nomear o pai, Jair Bolsonaro, para compor um eventual governo caso ele queira, tratando-o como conselheiro de confiança, embora diga que o tema não está no radar. Por outro lado, o candidato rejeitou taxativamente a indicação de seu irmão Eduardo Bolsonaro para o cargo de chanceler, mas saiu em sua defesa, classificando-o como um perseguido político no exterior que atua para defender a democracia brasileira.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) evitou descartar totalmente a possibilidade de nomear o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para um cargo em um eventual governo, ao mesmo tempo em que rechaçou a hipótese de o ex-deputado Eduardo Bolsonaro assumir o posto de chanceler. Durante sabatina realizada no Jornal Nacional, da TV Globo, o político afirmou que "o presidente Bolsonaro nunca tratou de cargo comigo. Nunca sugeriu que gostaria de trabalhar no governo", ressaltando em seguida que possui o privilégio de consultar um ex-presidente experiente dentro de casa, embora a questão de uma futura função oficial "não está no radar".
A relação familiar e o futuro político de Jair Bolsonaro
Questionado sobre as declarações dadas em maio, quando admitiu que "se ele quiser exercer algum cargo no meu governo, é óbvio que ele vai exercer, sim", o candidato reforçou a confiança na figura paterna. Flávio destacou que tem o privilégio de contar com um conselheiro de total confiança no âmbito familiar e que o pai jamais pressionou por posições oficiais, mantendo a postura de que qualquer eventual colaboração futura ocorrerá de forma natural e sem imposições prévias.
A negativa sobre Eduardo e a defesa no exterior
Por outro lado, ao ser perguntado sobre a escalação de Eduardo para a diplomacia brasileira, o candidato foi categórico ao afirmar que "não. Ele não vai ser meu chanceler". Na mesma resposta, Flávio saiu em defesa do irmão, qualificando-o como um perseguido político no exterior que atua denunciando arbitrariedades cometidas no Brasil, e profetizou que "algum dia, a história ainda vai reconhecê-lo como alguém que se sacrificou para defender a democracia no nosso país".
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