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Polícia

Padrasto de Joaquim diz que polícia nega advogado em depoimentos

4 dez 2013 - 22h02
(atualizado às 22h07)
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A defesa de Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, 3 anos, pediu nesta quarta-feira à Justiça explicações sobre supostos abusos na investigação da morte da criança por parte do delegado Paulo Henrique Martins de Castro. As informações são do Jornal da EPTV.

<p><b>10 de novembro - </b>Moradores invadiram a delegacia onde estavam o padrasto e a mãe da vítima</p>
10 de novembro - Moradores invadiram a delegacia onde estavam o padrasto e a mãe da vítima
Foto: Alfredo Risk / Futura Press

Segundo o advogado de Guilherme, Antônio Carlos de Oliveira, o padrasto de Joaquim, tido como principal suspeito da morte do menino, Castro tem negado as solicitações dele para que a defesa acompanhe os depoimentos.

De acordo com Oliveira, Guilherme afirmou que o delegado negou duas vezes seu pedido para que o advogado estivesse presente quando foi ouvido pela polícia. Segundo o padrasto de Joaquim, a primeira negativa ocorreu na sexta-feira (29) e outra hoje. 

Oliveira afirma que, ao negar os pedidos, Castro disse a Guilherme que a presença de um advogado não era necessária, já que as perguntas não o prejudicariam e as conversas seriam informais.

Desaparecimento
O corpo de Joaquim foi encontrado no dia 10 de novembro de 2013, nas águas do rio Pardo, no município de Barretos, vizinho de Ribeirão Preto - cidade onde o garoto morava. Um exame preliminar de necropsia apontou que o garoto já estava morto antes de ser jogado no rio, segundo a Polícia Civil. A causa da morte, porém, ainda não foi confirmada.

Desde os primeiros dias do desaparecimento, as buscas foram concentradas na região do córrego Tanquinho e no rio Pardo, onde o córrego deságua. Na quarta-feira, um cão farejador da Polícia Militar realizou o mesmo trajeto ao farejar as roupas do menino e as de seu padrasto.

A Polícia Civil já havia pedido a prisão preventiva da mãe e do padrasto de Joaquim, mas a Justiça havia negado. No domingo, porém, a Justiça concedeu um pedido de prisão temporária dos dois, válido por 30 dias. O menino vivia com a mãe, o padrasto e o irmão, Vitor Hugo.

No boletim do desaparecimento registrado na Polícia Civil, a mãe relatou que acordou por volta das 7h e foi até o quarto da criança, mas não a encontrou. Em seguida, procurou pelos demais cômodos e na vizinhança, também sem sucesso. O garoto vestia uma calça de pijama com bichinhos quando foi visto pela última vez.

Fonte: Terra
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