Ato marca retirada do poder da comunidade das mãos dos criminosos
Foto: Daniel Ramalho / Terra
As bandeiras do Rio de Janeiro e do Brasil foram hasteadas na manhã deste domingo no Complexo do Caju, na zona norte da capital fluminense. O ato simbólico marca a retirada do poder da comunidade das mãos dos criminosos pelas forças de segurança.
Em operação que durou cerca de 25 minutos e sem encontrar resistência, as forças de segurança ocuparam na madrugada deste domingo o Complexo do Caju, conjunto de favelas que, no total, abrange 13 comunidades, e a Barreira do Vasco, na zona norte da capital fluminense. A ação teve início às 5h. Com as comunidades ocupadas, a Secretaria de Segurança Pública do Estado deve instalar novas Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, no local. No total, cerca de 20 mil moradores vivem no Caju, e outros 7 mil na Barreira do Vasco.
Mais de 1,3 mil homens do agrupamento Centro de Operações Especiais (COE) - que engloba, dentro da PM, o Batalhão de Operações Policiais Especiais, o Batalhão de Choque, o Batalhão de Ações com Cães e o Grupamento Aeromarítimo -, participaram da ocupação do Complexo do Caju. Blindados da Marinha - 17 unidades no total -, juntamente com 200 militares, deram apoio tático durante a ação.
Nos locais ocupados, está prevista a instalação de três UPPs: Parque Alegria, Parque Boa Esperança e Barreira do Vasco. Na primeira etapa das operações, o Bope, junto dos fuzileiros navais, permanecem nas comunidades fazendo o cerco por armas, drogas escondidas e membros da facção criminosa local, até a chegada do efetivo da PM (cerca de 500 homens, estima-se) que trabalhará permanentemente nas favelas.
Policiais hasteiam bandeira no Complexo do Caju, no Rio de Janeiro. O hasteamento é o ato que simboliza a ocupação
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Policiais hasteiam bandeira no Complexo do Caju, no Rio de Janeiro. O hasteamento é o ato que simboliza a ocupação
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Policiais caminham com menino em cavalo no Complexo do Caju, no Rio de Janeiro
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Polícia mostra foto de suspeitos do Complexo do Caju
Foto: Daniel Ramalho / Terra
No total, cerca de 20 mil moradores vivem no Caju. Além desse complexo, também a Barreira do Vasco, na zona norte da capital fluminense, foi ocupada
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As forças de segurança ocuparam na madrugada deste domingo o Complexo do Caju, conjunto de favelas que, no total, abrange 13 comunidades no Rio de Janeiro
Foto: Daniel Ramalho / Terra
A ação teve início às 5h e durou cerca de 25 minutos, sem encontrar resistência
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Com as comunidades ocupadas, a Secretaria de Segurança Pública do Estado deve instalar novas Unidades de Polícia Pacificadora, as UPPs, no local
Foto: Daniel Ramalho / Terra
As forças das Polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal procuram por criminosos, armas, drogas, objetos roubados
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Mais de 1,3 mil homens do agrupamento Centro de Operações Especiais (COE) participaram da ocupação do Complexo do Caju
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Blindados da Marinha - 17 unidades no total -, juntamente com 200 militares, deram apoio tático durante a ação
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O COE, grupo responsável pela ocupação, engloba, dentro da PM, o Batalhão de Operações Policiais Especiais, o Batalhão de Choque, o Batalhão de Ações com Cães e o Grupamento Aeromarítimo
Foto: Daniel Ramalho / Terra
No sábado, policiais militares realizam blitzes no entorno do complexo na etapa preliminar da operação
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Os policiais revistaram carros, motoqueiros e averiguaram documentação
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Nos locais a serem ocupados, está prevista a instalação de três UPPs: Parque Alegria, Parque Boa Esperança e Barreira do Vasco
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Na primeira etapa das operações, Bope e fuzileiros navais permanecem nas comunidades
Foto: Daniel Ramalho / Terra
As forças de segurança fazem o cerco por armas, drogas escondidas e membros da facção criminosa local
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Bope e fuzileiros navais permanecem nas comunidades até a chegada do efetivo da PM, estimado em 500 homens, que trabalhará permanentemente nas favelas
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O objetivo final de recuperação territorial é o conjunto de favelas da Maré, de acordo com o secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame
Foto: Daniel Ramalho / Terra
A ocupação da Maré, outro reduto próximo e perigoso do tráfico, deve fechar o "cinturão" de pacificação da região
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Forças das Polícias Militar, Civil e Rodoviária Federal estão em busca de criminosos, armas, drogas, objetos roubados
Foto: Daniel Ramalho / Terra
No total, cerca de 20 mil moradores vivem no Caju, e outros sete mil na Barreira do Vasco, também ocupada neste domingo
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Policiais revistaram carros, motoqueiros e averiguaram documentação
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O ônibus do Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP) ficará baseado próximo ao local para facilitar a identificação de possíveis criminosos
Foto: Daniel Ramalho / Terra
A Linha Vermelha chegou a ser interditada às 4h para a preparação e início da ocupação no Complexo do Caju e Barreira do Vasco
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Por volta de 6h20, o Centro de Operações da prefeitura do Rio de Janeiro informou que a via começou a ser liberada ao tráfego
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Por ser domingo, o trânsito não ficou complicado no local
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Está prevista a instalação de três UPPs nos locais a serem ocupados: Parque Alegria, Parque Boa Esperança e Barreira do Vasco
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Moradores do Complexo do Caju observam a ação da polícia na comunidade
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Homens do Bope vasculham as casas, carros e matas atrás de traficantes, drogas e armas
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Moradora lava a roupa enquanto policiais vasculham a área
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Moradora lava a roupa enquanto policiais vasculham a área
Foto: Daniel Ramalho / Terra
Ocupação do Complexo do caju levou 25 minutos e sem disparar nenhum tiro, segundo a polícia
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, e o governador Sérgio Cabral, discutem o saldo da operação
Foto: André Naddeo / Terra
Muros estavam com vários escritos de protestos, entre eles "vai morrer polícia"
Foto: Nucom RJ / Divulgação
Polícia do Rio de Janeiro utilizou os cães para auxiliar na procura de drogas
Foto: Nucom RJ / Divulgação
Policial observa enquanto operação de ocupação é realizada