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Polícia

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Acusado de sequestrar e matar médica é encontrado morto na BA

5 set 2009 - 12h38
(atualizado às 12h57)
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A Polícia Civil da Bahia encontrou na noite desta sexta-feira o corpo de Gilvan Cléucio de Assis, 39 anos, no interior de uma cela da Delegacia de Homicídios de Salvador. Ele acusado e réu confesso do assassinato da médica Rita de Cássia Martinez, 39 anos, morta no início de agosto.

Com participação de acusado, polícia havia reconstituido o crime ontem, em estacionamento de shopping
Com participação de acusado, polícia havia reconstituido o crime ontem, em estacionamento de shopping
Foto: Arestides Baptista/Ag A Tarde / Futura Press

Rita foi morta no município de Santo Amaro da Purificação, região metropolitana de Salvador. Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que ela e a filha haviam sido seqüestradas depois de deixarem um shopping, na véspera do Dia dos Pais. Segundo o laudo do Instituto Médico Legal, a médica foi espancada até morrer. A filha foi deixada dentro do carro.

De acordo com a Polícia Civil, o acusado e réu confesso enforcou-se com lençóis e uma camisa. O corpo de Assis foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, onde seria submetido à necropsia. A cela onde ele foi encontrado morto também foi analisada por peritos.

Gilvan Cléucio de Assis dividia a cela com outro detento, que foi ouvido pela polícia ainda na noite de sexta-feira. Outros dois detentos também prestaram depoimento para os investigadores esclarecerem como ocorreu a morte.

Acusado participou de reconstituição

Nesta sexta-feira, a Polícia Civil da Bahia havia realido a reconstituição do seqüestro e assassinato da médica. Ela foi seqüestrada junto com a filha de 1 ano dentro do estacionamento de um shopping. A médica foi atropelada após tentar fugir depois de uma tentativa de estupro. A filha da médica foi encontrada dormindo no banco do carro.

Na reconstituição, o acusado foi levado ao estacionamento do shopping para reconstituir os passos do crime. Em seguida, os peritos foram ao município de Santo Amaro da Purificação para a reconstituição do momento da morte da médica.

Assis cumpria pena desde 2002 por estupro e sequestro na Colônia Penal Lafayete Coutinho e havia feito uma saída temporária para do Dia dos Pais deste ano. A polícia o reconheceu por meio de imagens do circuito interno de um shopping da capital baiana, onde a médica realizou compras antes de ser levada.

Fonte: Terra
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