Homensagens marcam um ano da morte da juíza Patrícia Acioli
Homensagens marcam um ano da morte da juíza Patrícia Acioli
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O movimento Rio de Paz iniciou um ato público em memória da juíza Patrícia Acioli, no Rio de Janeiro
Foto: Mauro Pimentel / Terra
O movimento Rio de Paz iniciou um ato público em memória da juíza Patrícia Acioli, no Rio de Janeiro
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Ela foi executada exatamente há um ano por combater grupos de extermínio que atuavam na região oceânica de Niterói
Foto: Mauro Pimentel / Terra
No início de Copacabana, foram colocados cartazes representando balas de revólver
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Foram colocados 21 cartazes, com cerca de 1,40m de altura na areia
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Os projéteis gigantes lembram a quantidade de tiros que a juíza recebeu
Foto: Mauro Pimentel / Terra
"É o que a gente chama de gigantismo na fotografia. Cada um desses cartazes representam um dos tiros que matou a juíza", explicou o líder do movimento, Antônio Carlos Costa
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Patrícia Acioli foi morta no ano passado quando chegava a sua casa, em Piratininga, e foi executada sumariamente com 21 tiros
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Ao todo, dez policiais militares foram presos acusados de envolvimento no assassinato da juíza
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Às 18h, na praia de Icaraí, a ONG promove um outro ato público
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Familiares vão a missa de um ano da morte da juíza Patrícia Acioli na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro
Foto: Murilo Rezende / Futura Press
A missa foi celebrada pelo bispo auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Edson de Castro Homem
Foto: Murilo Rezende / Futura Press
Patrícia Acioli tinha 47 anos e deixou três filhos. Ela foi juíza da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo por 12 anos
Foto: Murilo Rezende / Futura Press
O ato público cobra condenação dos 11 envolvidos
Foto: Márcio Babski / Futura Press
"É inimaginavel que a sociedade se cale", disse o presidente da ONG Rio de Paz