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Fábrica de pães é fechada e multada por infestação de baratas

18 mar 2026 - 16h53
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Fábrica de pães é interditada em Fortaleza
Fábrica de pães é interditada em Fortaleza
Foto: Reprodução

Uma fábrica de pães foi interditada em Fortaleza após a constatação de condições sanitárias inadequadas e infestação de pragas no local. A ação foi realizada pela Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), que identificou a presença significativa de baratas nas áreas de produção e armazenamento.

A interdição aconteceu na última terça-feira, dia 10, quando os fiscais encontraram diversas irregularidades nas instalações. A operação foi concluída na quinta-feira, dia 12, com a retirada de aproximadamente 11,5 toneladas de produtos de panificação. Todo o material foi considerado impróprio para consumo e será descartado.

Entre os itens apreendidos estavam pães de diferentes tipos, como hambúrguer, hot dog, integral e árabe, além de produtos de confeitaria, salgados e recheios que seriam destinados à venda. Segundo os agentes, os alimentos eram produzidos e armazenados em um ambiente contaminado por pragas, o que representa risco à saúde da população.

Durante a fiscalização, também foram aplicados dois autos de infração com base no Código da Cidade. Um deles se refere à comercialização de alimentos sem o cumprimento das normas de higiene exigidas pela legislação sanitária. A infração é considerada grave e pode gerar multa de até R$ 14,4 mil.

O segundo auto foi aplicado porque a empresa operava com a licença sanitária vencida desde 2022, além de exercer atividades não autorizadas para o tipo de estabelecimento. Nesse caso, a infração é classificada como média, com multa que pode chegar a R$ 9,6 mil.

O valor total das penalidades ainda será definido ao fim do processo administrativo. A empresa poderá sofrer outras medidas, como a cassação de licenças e alvarás. O prazo para apresentação de defesa é de até 10 dias úteis, conforme previsto na legislação municipal.

Devido ao grande volume de produtos, agentes da Agefis levaram dois dias para retirar toda a mercadoria do local. Ao todo, quatro caminhões foram mobilizados, realizando sete viagens para transportar os alimentos apreendidos.

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