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"É assassinato de reputação", diz ministro sobre denúncias

13 ago 2011 - 15h48
(atualizado às 17h54)
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O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, rebateu neste sábado as novas acusações por diversos casos de corrupção publicadas pela revista Veja. "Isso não é jornalismo. É assassinato de reputação. É uma campanha orquestrada com interesses políticos", diz Rossi em uma nota à imprensa.

Segundo o ministro, as denúncias contra o Ministério da Agricultura respondem a uma campanha pensada para destruir a coalizão do Governo da presidente Dilma Rousseff. A revista Veja acusa Rossi de uma série de irregularidades e suspeitas de corrupção nos diversos cargos públicos que ocupou nos últimos 30 anos.

Entre as diversas denúncias, Rossi é acusado de cobrar no ano passado propina de R$ 2 milhões para favorecer uma empresa em uma licitação cujo valor era de R$ 2,9 milhões. Rossi disse que essa acusação "fere a lógica e o bom-senso", ressaltou que a revista não ofereceu provas ou indícios e se baseou na declaração de um funcionário que perdeu a função pública por uma ilegalidade cometida e admitida por ele mesmo.

Na reportagem, a revista revela que o aumento do patrimônio de Rossi é um indício claro das supostas irregularidades que cometeu. Há uma semana, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Milton Ortolan, renunciou depois que a Veja o acusou de tráfico de influência, motivo pelo qual Rossi teve que dar explicações em uma audiência pública na Câmara dos Deputados.

A resposta de Wagner Rossi foi pulbicada no endereço www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2011/08/wagner-rossi-rebate-acusacoes-de-veja.

Com informações da EFE e Reuters.

Fonte: Terra
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