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Dois jovens feridos em incêndio no CT estão fora de perigo

A informação é da assessoria do Hospital Vitória, onde estão internados Cauã Emanuel, de 14 anos, e Francisco Diego, de 15

9 fev 2019 10h58
| atualizado às 11h00
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Dois dos jovens atletas do Flamengo que ficaram feridos durante incêndio no Centro de Treinamento do Ninho do Urubu, na Vargem Grande, estão fora de perigo. A informação é da assessoria do Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, onde estão internados Cauã Emanuel, de 14 anos, e Francisco Diego, de 15. 

Movimentação em frente ao Ninho do Urubu - Centro de Treinamento (CT) do Flamengo, após incêndio atingir parte do alojamento, e deixar 10 mortos e três feridos, dois grave e um em estado gravíssimo, na madrugada desta sexta-feira (08)
Movimentação em frente ao Ninho do Urubu - Centro de Treinamento (CT) do Flamengo, após incêndio atingir parte do alojamento, e deixar 10 mortos e três feridos, dois grave e um em estado gravíssimo, na madrugada desta sexta-feira (08)
Foto: SEVERINO SILVA/ AGÊNCIA O DIA / Estadão Conteúdo

Os jovens inalaram muita fumaça durante o incêndio, na madrugada de ontem (8). Segundo o hospital, o estado de saúde deles não é grave. Os dois atletas são do Ceará. Cauã chegou ao clube quando tinha 11 anos de idade e Francisco, no ano passado.

Na hora do incêndio, 26 atletas dormiam no alojamento. Três ficaram feridos e 13 conseguiram escapar.

O estado mais grave é de Jonatha Ventura, de 15 anos. Ele teve queimaduras em 30% do corpo e foi transferido pela prefeitura do Rio de Janeiro para o Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, por ser referência em tratamento de queimados.

Velório

O Clube de Regatas do Flamengo ofereceu o salão nobre da sede da Gávea, na zona sul do Rio, para realizar o velório coletivo das vítimas da tragédia. As famílias dos atletas ainda não se pronunciaram sobre a intenção do clube. Entre os mortos, há atletas de Minas Gerais, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Volta Redonda, no sul fluminense, distante 125 quilômetros da capital. As famílias podem decidir fazer o velório na cidade natal das vítimas.

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Agência Brasil Agência Brasil
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