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Dilma diz que futebol brasileiro foi manchado após racismo

9 mar 2014 - 13h42
(atualizado às 13h45)
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A presidente Dilma Rousseff fala durante a cerimônia de inauguração dos novos ministros no Palácio do Planalto em Brasília. Dilma convocou uma reunião com a cúpula do PMDB no domingo para tentar pôr fim à crise com o maior aliado do governo no Congresso e assegurar a manutenção da aliança com os peemedebistas para seu projeto de reeleição, disse o presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO), nesta sexta-feira. 03/02/2014
A presidente Dilma Rousseff fala durante a cerimônia de inauguração dos novos ministros no Palácio do Planalto em Brasília. Dilma convocou uma reunião com a cúpula do PMDB no domingo para tentar pôr fim à crise com o maior aliado do governo no Congresso e assegurar a manutenção da aliança com os peemedebistas para seu projeto de reeleição, disse o presidente do partido, senador Valdir Raupp (RO), nesta sexta-feira. 03/02/2014
Foto: Ueslei Marcelino / Reuters

A presidente Dilma Rousseff disse estar indignada com o preconceito racial sofrido pelo árbitro gaúcho Márcio Chagas da Silva e pelo volante santista Arouca, ambos ocorridos na última quarta-feira. Segundo ela, o futebol foi "manchado pelas cenas de racismo" contra os dois brasileiros - a chefe de Estado também havia se manifestado em defesa do cruzeirense Tinga, em relação a um caso semelhante ocorrido no Peru.

Arouca: "Sou negro com cabelo afro e visto o mesmo manto do Rei":

Márcio Chagas foi alvo de ofensas durante partida do campeonato gaúcho em Bento Gonçalves (RS). Após o jogo entre Esportivo e Veranópolis, o carro do árbitro foi chamado encontrado com marcas de depredação e com duas bananas. Durante o jogo, ele também foi chamado de "macaco". 

Arouca concedia entrevista após fazer um gol pelo Santos contra o Mogi Mirim, pelo Campeonato Paulista, quando também foi chamado de macaco. Depois do episódio, o atleta gravou um vídeo e publicou uma nota condenando os xingamentos racistas.

Agência Brasil Agência Brasil
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