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Reação do PCC e atuação em Praia Grande: o que é investigado sobre execução de Ruy Ferraz Fontes

Ex-delegado geral morreu em emboscada na Praia Grande. Ele atuou anos contra o crime organizado e foi responsável pelo indiciamento de Marcola

16 set 2025 - 09h36
(atualizado às 10h26)
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Resumo
O ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes foi morto em emboscada na Praia Grande, e a polícia investiga se o crime está ligado ao PCC ou a sua atuação como secretário municipal.
Delegado Ruy Ferraz Pontes é executado a tiros no litoral de SP:

A Polícia Civil de São Paulo não descarta ainda nenhuma linha de investigação no assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes, mas trabalha com duas suspeitas principais: reação do Primeiro Comando da Capital (PCC) ou retaliação por conta da atuação dele na prefeitura de Praia Grande, no litoral paulista.

Ferraz Fontes era secretário de Administração Pública da cidade, cargo que ocupava desde 2023. Os investigadores acreditam que o crime pode ter sido cometido por conta de uma licitação que teria prejudicado uma entidade ligada aos criminosos.

Ele e a mulher saíam de um restaurante e iam para casa quando foram abordados. Um dos criminosos apontou a arma para a cabeça do ex-policial. Foram roubados celulares, joias, cartões e a moto do casal. Os suspeitos foram presos em flagrante, e os bens, recuperados.

Ruy Ferraz Fontes foi assassinado em emboscada nesta segunda-feira, 15
Ruy Ferraz Fontes foi assassinado em emboscada nesta segunda-feira, 15
Foto: Tiago Queiroz/Estadão / Estadão

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"Combati esses caras durante tantos anos e agora os bandidos sabem onde moro. Minha família, agora, quer que eu deixe o emprego em Praia Grande e saia de São Paulo", disse ao Estadão após o episódio. Ele ainda apontava estar preocupado com a exposição do assalto na mídia e que sua família se sentia ameaçada.

Em maio de 2022, o ex-delegado-geral foi vítima de um assalto, mas na Avenida do Estado, zona sul da capital. Uma dupla em uma motocicleta o abordou, mas desistiu ao perceber que o veículo que Fontes dirigia era blindado.

Dois anos antes, em 2020, Fontes sofreu uma emboscada de assaltantes no Ipiranga. Ele reagiu e chegou a balear um dos criminosos, que conseguiu fugir. Já em 2012, o ex-chefe da Polícia Civil foi abordado por dois homens na Via Anchieta, no ABC.

Caso seja confirmada a participação do Primeiro Comando da Capital (PCC) seria a terceira "grande vingança" promovida pela facção contra autoridades que combateram o grupo dentro e fora dos presídios.

Estadão
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