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Prefeito do Rio espera mais informações para decidir se cancela réveillon e carnaval

Eduardo Paes promete seguir as recomendações de seu secretário municipal de Saúde e do comitê científico

30 nov 2021 16h59
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RIO - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), afirmou na manhã desta terça-feira, 30, que pode cancelar eventos públicos como o réveillon e o carnaval, mas só tomará essa decisão quando tiver mais informações técnicas sobre a variante ômicron do coronavírus, e sempre seguindo o que a secretaria municipal de Saúde recomendar.

"Não vamos sair cancelando coisas, como o carnaval, não vou sair criando pânico na população. Quando a gente planeja, a gente consegue cancelar. Se tiver que adotar restrições, não será só no carnaval. Se tiver que cancelar, vamos cancelar. Vamos planejar até o último momento. Para o carnaval ainda tem muito tempo. Para o réveillon, o (secretário municipal de Saúde Daniel) Soranz e o comitê científico (grupo que auxilia a prefeitura no combate à covid-19) estão olhando a situação. Vou seguir o que ele (Soranz) e o comitê científico determinarem", afirmou o prefeito, durante evento na zona portuária do Rio.

Paes contou que está conversando com prefeitos de outros municípios e com o governo do Estado do Rio para decidir com tranquilidade. "Ainda não tenho um prazo para decidir. Mas qualquer coisa que represente risco para a população a gente não tem temor de tomar uma decisão", concluiu. O prefeito ressaltou que, por enquanto, os números da pandemia no Rio estão sob controle. "A pandemia ainda não acabou, mas estamos com a vacinação avançando, os números de internação e mortes em queda", afirmou.

Na segunda-feira, 29, Paes divulgou pelas redes sociais um vídeo em que afirma que o réveillon e o carnaval serão realizados "caso haja condições seguras", e cobrou que todos os cariocas que podem se vacinar completem o ciclo de imunização. "Diante de tanta incerteza e especulação, quero lembrar novamente que a única certeza que a gente tem é que só há uma forma de vencer a covid e ela se chama vacina", afirmou.

Estadão
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