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Polícia Civil indicia mãe e padrasto por morte de criança de 1 ano por afogamento em Santa Maria

Maus-tratos e homicídio culposo são as acusações contra o casal; inquérito foi concluído e enviado à Justiça

5 jul 2025 - 10h55
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A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Santa Maria concluiu o inquérito sobre a morte de uma criança de 1 ano por afogamento em uma banheira, ocorrida na noite do dia 5 de junho. A mãe, de 32 anos, e o padrasto, de 27, foram indiciados por maus-tratos. Além disso, o padrasto, Kauã Jorge de Oliveira, também responde por homicídio culposo. O processo foi encaminhado à Justiça na quinta-feira (3).

Foto: Polícia Civil (Divulgação) / Porto Alegre 24 horas

Segundo a investigação, a mãe não estava em casa no momento do acidente, e a criança estava sob os cuidados do padrasto, que teria se distraído por cerca de 30 minutos enquanto a criança tomava banho, mexendo no celular e conversando com um amigo. Ao retornar, encontrou o menino já caído na banheira.

A criança foi levada ao Pronto Atendimento do Patronato ainda na noite do acidente, apresentando ausência de pulso e hematomas na cabeça. A equipe médica tentou a reanimação, mas não teve sucesso.

Durante o inquérito, cerca de 10 pessoas foram ouvidas, incluindo familiares e amigos do casal. Os dois irmãos da vítima, de 7 e 9 anos, foram submetidos a perícia psíquica.

A delegada Luiza Souza, titular da DPCA, destacou que o casal foi indiciado por negligência nos cuidados básicos com as crianças, incluindo higiene, saúde e acolhimento emocional. Kauã foi responsabilizado também pelo homicídio, com base no laudo que apontou o afogamento como causa da morte.

A defesa do padrasto, representada pelos advogados Ariel Cardoso e Bruno Paim, não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Relembre o caso

A Brigada Militar atendeu à ocorrência após a mãe levar a criança ao pronto atendimento em 5 de junho. Kauã prestou depoimento afirmando ter se distraído durante o banho. Inicialmente, foi preso por ordem da delegada, mas foi liberado no dia seguinte. Na época, a mãe não era investigada por não estar presente no momento do acidente.

Porto Alegre 24 horas
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