Um dos líderes da greve de motoristas e cobradores de ônibus do Rio, Hélio Alfredo Teodoro, admitiu ser filiado ao PEN (Partido Ecológico Nacional) em entrevista à rádio CBN, mas disse que não era candidato a deputado, como o vice-presidente do sindicato oficial da categoria, o Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus do Rio de Janeiro (Sintraturb Rio), Sebastião José, afirma. Ele disse que nunca foi candidato a nada, mas afirmou que gostaria de ser.
O presidente do PEN no Estado do Rio de Janeiro, Francisco de Assis Silva, disse que Hélio Teodoro não consta na lista de pré-candidatos a deputado do partido. Francisco Silva afirmou que há duas semanas foi procurado por uma pessoa que se apresentou como Hélio Teodoro, que queria ser candidato a deputado estadual. No entanto, Francisco disse que não o conhecia e que cabia à Executiva do partido decidir isso. Na segunda-feira, outra pessoa do PEN pediu a ele que considerasse o projeto de Hélio de se candidatar.
O presidente da Sintraturb, que é contrário à greve, disse estranhar como os grevistas conseguiram recursos para os custos de mobilização. Segundo Hélio Teodoro, outros sindicatos, como o dos petroleiros e o de comerciantes de Nova Iguaçu, estão ajudando, com aluguel de carro de som, por exemplo.
O presidente do Sintraturb, José Carlos, vê no movimento uma atividade com fundo político, pois, segundo o sindicato, existem pessoas entre os grevistas com intenções eleitorais. “Concordo com todo o movimento que queira de verdade trazer melhorias para a categoria, e inclusive estamos abertos para receber todas as reivindicações. Agora, usar trabalhadores como massa de manobra para alcançar objetivos pessoais é inaceitável”, disse José Carlos.
Os rodoviários em greve no Rio de Janeiro reivindicam reajuste de 40%, auxílio alimentação de R$ 400 e o fim da dupla função de motorista
Foto: Ale Silva / Futura Press
Nas calçadas, pessoas se acumulam atrás de transporte e o metrô e o sistema de trens funcionam em capacidade máxima
Foto: Ale Silva / Futura Press
A Rio Ônibus, sindicato que representa consórcios de empresas de ônibus do Rio, informa que subiu para 325 o número de ônibus que foram depredados na cidade
Foto: Ale Silva / Futura Press
Rodoviários fizeram uma marcha por melhor salário na Cidade de Deus, sentido Barra
Foto: Ale Silva / Futura Press
Poucos ônibus circularam pela zona norte do Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira
Foto: José Carlos Pereira de Carvalho / vc repórter
Ônibus foram depredados em diversas garagens do Rio de Janeiro
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Segundo a Rio Ônibus, mais de 300 ônibus viraram alvo dos vândalos
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Veículos tiveram os vidros quebrados
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Uma cobradora da Viação Acari foi ferida com uma pedrada
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
A Rio Ônibus faz uma campanha na internet contra a violência nos protestos, usando a hashtag #GreveSemVandalismo
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Ônibus foram depredados em diversas garagens do Rio de Janeiro
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Ônibus foram depredados em diversas garagens do Rio de Janeiro
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Ônibus foram depredados em diversas garagens do Rio de Janeiro
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
Ônibus foram depredados em diversas garagens do Rio de Janeiro
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
A polícia investiga os atos
Foto: Rio Ônibus / Divulgação
A cabeleireira Beatriz Machado, 24 anos, tenta, sem sucesso, voltar para a casa depois de deixar o Hospital Municipal Souza Aguiar ao lado do marido Gerson. Com a perna quebrada e de cadeira de rodas ela não consegue embarcar nos poucos ônibus em frente à Central que passam com destino a sua casa em Bento Ribeiro, na zona norte do Rio. Nem os táxis param para apanhar o casal. "Já tentamos ônibus, táxi, tudo. Só quero ir embora", lamenta.
Foto: Paula Bianchi / Terra
Ônibus fica lotado durante greve no Rio
Foto: Paula Bianchi / Terra
Guardas municipais e policiais militares observam
Foto: Paula Bianchi / Terra
O MP decidiu investigar o acordo feito entre sindicato e empresas de ônibus
Foto: Paula Bianchi / Terra
Ônibus voltaram a circular nesta sexta-feira no Rio de Janeiro depois da paralisação de 24 horas de parte de cobradores e motoristas
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Empresas fizeram mutirão para consertar veículos que foram depredados durante a paralisação na quinta-feira
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Segundo a Rio Ônibus, o movimento era considerado normal nesta sexta-feira após a retomada do serviço do transporte público
Foto: Mauro Pimentel / Terra
A aposentada Eunice Nascimento da Silva, 70 anos, reclamou dos atos de vandalismo
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Usuários tiveram o retorno dos ônibus nesta sexta na capital fluminense
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Trânsito ficou complicado em alguns pontos do Rio
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Transporte coletivo do Rio foi normalizado nesta sexta
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Mesmo com a volta da circulação de ônibus, os cariocas reclamaram das dificuldades de chegar ao seus destinos nesta sexta-feira
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Com receio de não ter ônibus novamente, muitos optaram pelo carro para se deslocar nesta sexta
Foto: Mauro Pimentel / Terra
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Após protestos na sexta-feira, rodoviários foram recebidos pelo Ministério Público do Trabalho
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
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