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Influenciadores são presos em esquema de venda de anabolizantes adulterados

Os anabolizantes das marcas Grifo Labs e Gpharma eram produzidos em Goiás e vendidos para todo o País

28 abr 2023 - 17h52
(atualizado às 20h21)
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A Polícia Civil de Goiás afirma ter encontrado a "maior fábrica de anabolizantes ilegal do BrasiL"
A Polícia Civil de Goiás afirma ter encontrado a "maior fábrica de anabolizantes ilegal do BrasiL"
Foto: Divulgação/Polícia Civil de Goiás

A Polícia Civil de Goiás fechou, na última quarta-feira, 26, a "maior fábrica de anabolizantes ilegal do Brasil", em uma operação na cidade de Anápolis. Foram presas 19 pessoas, sendo algumas delas influenciadoras digitais que participavam da organização que fabrica, revende e distribuiu anabolizantes adulterados.

O delegado Jorge Bezerra, do Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC) de Anápolis , afirmou que os anabolizantes eram vendidos através de duas marcas: Grifo Labs e Gpharma. A segunda tinha um perfil no Instagram com mais de 120 mil seguidores, que foi inativado.

Segundo a Polícia Civil, os anabolizantes eram "temperados" com colorau - condimento derivado do urucum. O laboratório produzia a substância de menor qualidade, inclusive usando o tempero para mudar a cor do produto e deixá-lo similar à testosterona sintética.

"O grupo produz duas marcas das substâncias, tendo, no País, um perfil em rede social com o maior número de seguidores do ramo e patrocina os maiores influencers brasileiros dessa área”, explicou o delegado Jorge Bezerra, titular do GEIC de Anápolis. Os anabolizantes eram vendidos para todo o País.

Prisões e apreensões

Os 19 mandados de prisão foram cumpridos junto com 23 de busca e apreensão nas cidades de Anápolis, Goiânia e Silvânia. A Polícia Civil informou que chegou a bloquear R$ 31.108.942,83. O montate estava registrado no nome de 40 pessoas, entre físicas e jurídicas.

O Poder Judiciário também autorizou o sequestro de 11 veículos de luxo, entre eles, uma BMW de R$ 800 mil.

A Polícia Civil informou ainda que o líder do esquema faz uso de anabolizantes, mas não dos produtos que ele mesmo fabrica. Depois da fabricação e venda, o dinheiro era lavado mediante uso de contas em nome de laranjas.

Os nomes dos influenciadores envolvidos não foram divulgados pela polícia, por causa da Lei de Abuso de Autoridade.

Fonte: Redação Terra
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