Homem em surto é morto após tentar agredir e tomar arma de PM de folga em Porto Alegre
Policial reagiu à abordagem durante atividade física; caso é investigado pela Polícia Civil
Um policial militar que estava de folga reagiu a uma tentativa de agressão na noite deste sábado (11), em Porto Alegre. A ocorrência foi registrada na região da Avenida Bento Gonçalves, nas proximidades do viaduto São Jorge, na zona leste da capital.
Conforme informações preliminares, o policial praticava atividade física quando passou a ser seguido por um homem. Em determinado momento, o suspeito teria avançado contra ele e tentado tomar sua arma, iniciando uma situação de confronto.
Diante da ameaça, o policial efetuou disparos de arma de fogo. O homem foi atingido e morreu ainda no local. Segundo a polícia, há indícios de que o suspeito estava em surto no momento da ocorrência, o que também será analisado durante a investigação.
A área foi isolada para o trabalho da perícia, e a ocorrência foi registrada. A Polícia Civil ficará responsável por apurar as circunstâncias do caso, incluindo a dinâmica da abordagem e a conduta do policial.
A Brigada Militar informou que acompanha a ocorrência e que os procedimentos legais estão sendo adotados.
NOTA DA BRIGADA MILITAR
A Brigada Militar informa sobre ocorrência atendida na noite de sábado (11/04), no bairro Partenon, em Porto Alegre.
Na ocasião, equipes do 19º Batalhão de Polícia Militar foram acionadas para atender uma ocorrência de lesão corporal.
O solicitante relatou que ele e um amigo praticavam atividade física quando passaram a ser perseguidos por um indivíduo em surto.
Durante a ação, o homem investiu contra ambos, afirmando portar uma faca, momento em que um dos envolvidos, policial militar da ativa, efetuou um disparo de arma de fogo para conter a agressão.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi imediatamente acionado e, no local, constatou-se o óbito do indivíduo.
Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia, onde, com base nos elementos iniciais apurados, foi entendido que o policial militar agiu em legítima defesa.