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Azaração e comida de rua atraem visitantes em Porto Alegre

Às margens do lago Guaíba, projeto Embarcadero promove festas e reúne gente bonita nos dias de jogos

9 jul 2014 - 23h58
(atualizado em 9/7/2014 às 00h02)
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Público acompanha jogo no Embarcadero
Público acompanha jogo no Embarcadero
Foto: Diego Larré / Divulgação

Há tempos Porto Alegre (RS) orgulha-se pelo pôr do sol contrastado com as águas do Guaíba. Mas até o final da Copa, um espaço valoriza ainda mais as margens do lago. O local que se transformou em ponto de encontro e azaração na capital gaúcha chama-se Embarcadero, situado bem no centro da cidade, no Cais do Porto. Por ali, a programação inclui atividades culturais, festas e gastronomia e tem reunido as pessoas mais bonitas da cidade (entre brasileiros e estrangeiros). 

No final da tarde, os olhares são direcionados ao pôr do sol e às conversas regadas a copos de cervejas e criativos. À medida que chega a noite, o movimento se intensifica. Mulheres bem produzidas equilibram-se sobre saltos altíssimos e acompanham a descontração e animação compõem a atmosfera do ambiente. 

Diversas festas e apresentações musicais reúnem pessoas de diferentes nacionalidades, embora a maioria seja composta por brasileiros. Além disso, em dias de jogos do Brasil, por exemplo, quem adquire ingressos para a festa tem opção de assistir às partidas no local.

A estudante Jéssica Schmidt, 22 anos, conta que compareceu a três festas no Embarcadero e pôde conhecer pessoas diferentes no local. A jovem espera que o projeto tenha continuidade após o Mundial. “Há as vantagens de ter uma vista maravilhosa e um ponto bem localizado, com disponibilidade para várias pessoas. Tenho a impressão de que o lugar combina perfeitamente com Porto Alegre”, opina. Para ela, o projeto foi bem desenvolvido. As festas promovidas por ali atingem público seleto e turistas que vieram a Porto Alegre para assistir aos jogos. 

Comida de Rua é opção diferenciada

Cada vez mais frequentes nas grandes cidades, os movimentos gastronômicos vêm conquistando o público apaixonado por pratos saborosos. O projeto Comida de Rua, conhecido em Porto Alegre por realizar feiras grandes, faz parte do Embarcadero. Lá, os encontros para apreciar boa comida ocorrem todos os dias, das 11h30 às 21h30, podendo ir até mais tarde em determinadas datas. 

Durante o dia, por exemplo, o clima no local é de tranquilidade. Os visitantes degustam diferentes pratos ao som de música a apreciam a vista proporcionada pelo Guaíba. O público pode escolher oito pratos diferentes, assinados pelo chef e fundador do Comida de Rua, Rodrigo Paz. 

Segundo ele, o Embarcadero consiste em um modelo de restaurante temporário, onde há também um local para festas, cultura e entretenimento. “A ideia é democratizar a comida e explorar locais a que as pessoas não estão acostumadas, para que elas descubram novos lugares de Porto Alegre”, explica.

No cardápio, pizza na baguete, coxinha de frango com queijo colonial e pancho de churros são alguns dos pratos gastronômicos oferecidos. Eles variam entre R$ 12 e R$ 19s, além de combos disponíveis para o período do almoço, das 11h30min às 14h. “Temos cardápios em português e inglês, além de pessoas preparadas para atender os turistas”, afirma Paz.

O projeto ocorre desde o início da Copa e, de acordo com o Ccef, outros locais de Porto Alegre serão estudados para que ocorram novas edições. Para ele, a experiência é agradável. “Estou gostando muito, pois é diferente de todas as feiras que já foram realizadas. É algo novo, porque tenho contato com muitas pessoas”, opina. 

Apreciadora de boa comida, Manoela Rodrigues Munhoz, 32 anos, avalia que o projeto é atraente, pois ocorre em um espaço que até então era inutilizado. A amiga Juliana dos Santos Costa, 28 anos, não vai frequentemente ao cais, em virtude de não ocorreram tantos eventos no local. Apesar disso, elas acreditam que projetos como o Embarcadero são reinvenções interessantes. “Somos duas entusiastas”, contam.

Mairim Severo de Souza, 54 anos, passeava por Porto Alegre quando viu que o evento ocorria no cais. Para ela, é importante realizar atividades que não são comuns no dia a dia. “É interessante, pois há muita coisa que as pessoas não conhecem”, diz.

Supervisão: professora Anelise Zanoni.

Unisinos Universidade do Vale do Rio dos Sinos
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