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Apesar da lei Maria da Penha, mulheres ainda temem denunciar agressões

8 mar 2013 - 15h04
(atualizado às 17h44)
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Seis anos se passaram desde a criação da lei Maria da Penha, mas muitas das vítimas ainda têm medo de denunciar seus agressores ou têm dúvidas sobre o processo judicial. Sancionada pelo então presidente Luís Inácio Lula da Silva, em 2006, a norma estabeleceu um rigor maior para casos de violência contra mulheres no Brasil.

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Ricardo Damião Areosa e Cristiane Pinto morreram após um incêndio no apartamento em que moravam, no edifício Tanger, no Leblon, Rio de Janeiro 
Foto: Facebook / Reprodução

"Eu tenho roxos em todo o meu rosto, em minha cabeça e um nariz quebrado. Prestei uma queixa, ele será processado, mas nada vai impedir realmente que ele siga com a vida dele. Ele provavelmente só terá que pagar uma multa ou fazer serviço comunitário", lamentou uma dessas vítimas à BBC Brasil, que acompanha o dia a dia de uma das delegacias da mulher no Rio de Janeiro, onde dezenas prestam queixas todos os dias.

As delegacias focadas nesse tipo de atendimento, para onde as mulheres são encaminhadas depois de acionarem o atendimento de emergência, foram criadas em 1985, no início da redemocratização brasileira.

No entanto, a cultura de machismo no País ainda é vista como um empecilho para a Justiça em relação à violência sexual e doméstica contra mulheres.

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