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Ataques de Israel em Gaza deixam 15 mortos, entre eles 4 jornalistas

25 ago 2025 - 11h49
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Um ataque israelense ao hospital Nasser, em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, deixou ao menos 15 mortos nesta segunda-feira (25). Entre as vítimas, estavam quatro jornalistas, de acordo com autoridades palestinas.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram trabalhadores de resgate no hospital Nasser, em Gaza, segundo antes de serem atingidos por outro ataque
Imagens que circulam nas redes sociais mostram trabalhadores de resgate no hospital Nasser, em Gaza, segundo antes de serem atingidos por outro ataque
Foto: Reprodução/X - @AbouJahJah... / Perfil Brasil

Segundo a agência Reuters, um dos mortos era o operador de câmera Hussam al-Marsi, contratado pela empresa. Ele foi atingido durante a primeira explosão. O canal Al Jazeera confirmou a morte de Mohammed Salama, repórter da emissora. As outras vítimas identificadas são Mariam Abu Daqa, freelancer da Associated Press (AP), e Moaz Abu Taha, que trabalhava para a rede norte-americana NBC.

Além dos jornalistas, um membro da Defesa Civil também morreu no local.

O que aconteceu no segundo ataque?

Testemunhas relataram que a segunda ofensiva ocorreu quando equipes de resgate e jornalistas se aproximavam da área já atingida. O fotógrafo Hatem Khaled, da Reuters, ficou ferido nessa nova explosão. A agência informou que busca "urgentemente" mais detalhes sobre seu estado e pediu ajuda das autoridades locais e de Israel para removê-lo da região.

O Exército israelense assumiu a autoria dos bombardeios. Em comunicado, afirmou: "Mais cedo, tropas do Exército israelense efetuaram um ataque na área do hospital Nasser, em Khan Yunis. O comandante do Estado-Maior ordenou que uma investigação preliminar aconteça o mais rápido possível possível". A nota também declarou que lamenta "qualquer dano causado a pessoas não envolvidas e que não tem jornalistas como alvos".

O Sindicato de Jornalistas Palestinos afirmou que mais de 240 profissionais de imprensa morreram em Gaza desde o início da guerra, em outubro de 2023. A entidade denunciou os ataques como "uma guerra aberta contra a mídia livre, com o objetivo de aterrorizar jornalistas e impedi-los de cumprir seu dever profissional de expor seus crimes ao mundo".

A Associação da Imprensa Estrangeira também cobrou uma resposta oficial do Exército e do gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Em comunicado, disse: "Exigimos uma explicação imediata das Forças de Defesa de Israel e do gabinete do primeiro-ministro, e que Israel cesse de uma vez por todas sua prática abominável de atacar jornalistas".

Perfil Brasil
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