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Após o Carnaval, veja quais são os vírus que podem criar novas crises em 2026

Três vírus que já estão circulando podem desencadear novas crises de saúde após o movimentado Carnaval no Brasil

19 fev 2026 - 10h26
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O ano de 2026 se desenha como um período de vigilância redobrada no campo das doenças infecciosas. Especialistas avaliam que fatores como aquecimento global, adensamento populacional e circulação internacional intensa continuam favorecendo a disseminação de vírus. Em análise publicada na The Conversation, o professor Patrick Jackson, da Universidade da Virgínia, aponta que o momento exige atenção estratégica, e não pânico, diante de agentes virais que ampliaram տարածção geográfica recentemente.

Após o Carnaval, veja quais são os vírus que podem criar novas crises em 2026 / NIH
Após o Carnaval, veja quais são os vírus que podem criar novas crises em 2026 / NIH
Foto: NIAID/IMAGE POINT FR/BSIP/picture alliance / Contigo

Entre os destaques está o vírus Oropouche, transmitido por pequenos mosquitos e associado a sintomas semelhantes aos da gripe. Antes restrito sobretudo à região amazônica, ele passou a registrar expansão nas Américas e, mais recentemente, na Europa por meio de viajantes. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, até agosto de 2025 o Brasil concentrava 90% dos casos nas Américas, distribuídos em 20 estados, com cinco mortes confirmadas. A Organização Mundial da Saúde apresentou em 5 de janeiro de 2026 proposta para acelerar ferramentas de prevenção. Ainda não há vacina ou tratamento específico.

Vírus ampliam fronteiras e desafiam sistemas de saúde

Outro foco é a gripe aviária H5N1, que deixou de afetar apenas aves e foi detectada em vacas leiteiras nos Estados Unidos em 2024. Desde então, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças contabilizaram 71 casos humanos e duas mortes, sem transmissão sustentada entre pessoas. No Brasil, houve registro em granja comercial em 2025, enquanto o Instituto Butantan conduz estudos pré-clínicos de vacina.

Já o mpox, que ganhou projeção global em 2022 com a variante clado IIb, segue em circulação internacional, enquanto a cepa clado I avança na África Central. Paralelamente, o chikungunya superou 445 mil casos em 2025, segundo a IFL Science. O sarampo reaparece em países com queda vacinal, e o vírus Nipah voltou ao radar após surto na Índia. Autoridades reforçam que monitoramento constante será decisivo para conter novos surtos.

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