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Anderson Torres presta depoimento na CPI dos Atos Antidemocráticos; acompanhe

Este é o segundo depoimento do ex-ministro da Justiça

10 ago 2023 - 10h38
(atualizado às 12h23)
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O ex-ministro da Justiça Anderson Torres compareceu na manhã desta quinta-feira, 10, à Câmara Legislativa do Distrito Federal para depor na CPI dos Atos Antidemocráticos. 

Ao começar o depoimento, Torres reiterou as declarações feitas anteriormente durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro no Congresso Nacional, em Brasília.

Ele afirmou que nunca considerou a possibilidade de compartilhar a "minuta do golpe" com alguém e destacou que não ocorreu qualquer intervenção do Ministério da Justiça na Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o segundo turno das eleições.

De acordo com o ex-ministro, estava agendada uma ação para desmantelar o acampamento em frente ao Quartel-General do Exército para o dia 10 de janeiro.

Em outro momento, Torres afirmou que ocorreram falhas no planejamento de segurança formulado para o dia 8 de janeiro. Nessa data, grupos extremistas favoráveis ao ex-presidente Bolsonaro invadiram e causaram danos às sedes dos Três Poderes em Brasília.

Embora tenha reconhecido a existência de deficiências no plano de segurança, Anderson Torres recusou-se a discutir responsabilidades: “É o que tem que ser apurado".

Protocolo de Ações Integradas 

Segundo o ex-secretário, o Protocolo de Ações Integradas (PAI) n° 2/2023, que ele assinou, é um dos "mais completos que temos no Distrito Federal". 

O documento contém diretrizes da Secretaria de Segurança Pública (SSP) destinadas às Forças de Segurança da capital federal para prevenir atos de vandalismo em protestos bolsonaristas entre os dias 7 e 9 de janeiro.

O PAI incluía medidas como o aumento do contingente da Polícia Militar e orientações específicas para evitar danos ao patrimônio público. Além disso, o documento fornecia diretrizes para isolar a Praça dos Três Poderes e fechar a Esplanada dos Ministérios.

"Não sou eu que digo quantos policiais, se vem o Bope. Cada instituição diz isso. Aqui participaram Supremo, o Congresso, que ficou responsável por colocar os gradis", disse Torres.

Segundo depoimento

Anderson Torres presta depoimento na CPMI
Anderson Torres presta depoimento na CPMI
Foto: Reprodução/Instagram

Este é o segundo depoimento de Torres na semana. Na última terça-feira, 8, ele compareceu à CPMI do 8 de Janeiro. A expectativa é que o ex-ministro mantenha a mesma linha de defesa adotada em seu depoimento à Polícia Federal.

Em maio, Torres disse à PF que não tinha responsabilidade sobre o mapeamento de eleitores, tampouco sobre a atuação da PRF nas eleições. 

Segundo ele, a "iniciativa" do mapeamento dos locais onde Lula e Bolsonaro tiveram mais de 75% de votos no primeiro turno "partiu da própria" de Marília Alencar --então diretora de Inteligência da Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça. A ex-diretora, no entanto, afirmou à PF que o levantamento teria sido um pedido de Torres.

Fonte: Redação Terra
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