Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

AI/R amplia visibilidade e controle de acesso à nuvem

O projeto, desenvolvido com base na plataforma Zscaler, reforça a proteção do acesso à internet e de aplicações SaaS

29 out 2026 - 14h09
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Para proteger equipes remotas e o avanço de suas IAs, a AI/R fez parceria com a AK Networks e implementou a plataforma Zscaler para mais de 6 mil usuários. A mudança substitui as VPNs tradicionais e aprimora a cibersegurança ao inspecionar o tráfego e controlar o acesso a serviços em nuvem com base em identidade e contexto. O novo modelo oferece proteção transparente aos colaboradores, concede visibilidade detalhada sobre os dados e permite criar políticas de segurança personalizadas por projeto.

A consolidação do trabalho remoto e híbrido, o uso crescente de aplicações em nuvem e a necessidade de proteger dados e acessos de equipes distribuídas levaram a AI/R, empresa de tecnologia especializada em Agentic AI, a revisar sua arquitetura de cibersegurança. Com esse objetivo, em parceria com a AK Networks, a companhia implantou a plataforma Zscaler, com foco em proteção do acesso à internet e aplicações SaaS, e atualmente possui licenças para mais de 6.000 usuários.

Foto: ChatGPT / DINO

A tecnologia Zscaler permite inspecionar o tráfego, aplicar políticas de segurança com base em identidade e contexto, controlar aplicações, filtrar URLs, detectar ameaças e proteger dados. A adoção reduziu a dependência de VPNs tradicionais e ampliou a visibilidade sobre conexões entre dispositivos, aplicações e serviços em nuvem.

"Precisávamos entender como arquivos e informações circulavam entre os dispositivos dos profissionais e os diferentes serviços em nuvem. Com esse entendimento, passamos a reconhecer riscos e estabelecer políticas de segurança mais adequadas a cada tipo de acesso", afirma Ronald Huppers, CISO da AI/R. Segundo ele, a mudança também respondeu às demandas próprias de uma operação distribuída. "As VPNs foram importantes durante anos, mas, depois da pandemia, já não acompanhavam as necessidades de uma operação que exige segurança, disponibilidade e agilidade", ressalta.

Com a nova arquitetura, a empresa teve a possibilidade de identificar ferramentas, softwares, sites e plataformas utilizados pelos funcionários, analisar padrões de uso e estabelecer regras de controle. "A flexibilidade permite aplicar políticas diferentes conforme o projeto e o cliente, sem recorrer a bloqueios generalizados, algo fundamental quando se tem iniciativas com necessidades distintas. Ou seja, conseguimos abordar cada situação de acordo com o risco e as características da operação", explica o executivo.

Considerando o avanço das IAs generativa e agêntica na AI/R, que inclui plataformas proprietárias para criação de agentes, aplicações multiagentes e bases de dados corporativas, a necessidade de monitorar soluções, mapear o tráfego e avaliar riscos se tornou crucial. "Hoje, precisamos conhecer quais plataformas estão sendo usadas pelos colaboradores e o nível de risco de cada uma delas", detalha Huppers. Nesse cenário, a arquitetura deve avaliar identidade, contexto, aplicação e risco para definir os acessos e controlar a circulação de informações.

Para os usuários, a mudança simplificou o acesso, já que o agente da Zscaler atua diretamente no dispositivo e elimina a necessidade de conexão manual à VPN, tornando a proteção praticamente transparente.

No projeto, a AK Networks adaptou a tecnologia às particularidades do negócio da AI/R. "A capacidade da AK Networks de compreender nossas demandas e adaptar a implementação aos prazos e às condições da companhia foi fundamental para os resultados. Afinal, uma parceria estratégica vai além da venda: envolve apoio antes, durante e depois da adoção de uma tecnologia complexa", enfatiza Huppers.

Na visão de Sérgio Fabossi, CEO da AK Networks, trata-se de um projeto que representa a evolução do modelo tradicional de segurança digital, que deixou de se concentrar no perímetro corporativo e passou a considerar o usuário e o contexto de cada acesso. "Nossa atuação combina tecnologia e entendimento do negócio, ou seja, entender o ambiente, os desafios e as prioridades do cliente para fazer uma implementação adequada a cada operação", observa Fabossi.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra