Script = https://s1.trrsf.com/update-1790713512/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Oferecimento Logo do patrocinador
Publicidade

Robôs humanoides viram nova aposta das montadoras chinesas; Chery quer que levemos o dela para dentro de casa

Chery mira o ambiente doméstico enquanto XPeng, Xiaomi e BYD exploram a robótica nas fábricas e concessionárias

20 out 2026 - 08h05
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
Apostando no setor de robótica dominado pela China, a montadora Chery lançou o Mobo, seu primeiro robô humanoide doméstico por meio da divisão AiMOGA. Com foco em companhia para o lar, o dispositivo tem visual infantil, 90 cm de altura e 18 kg. Equipado com a IA MoAgent e sensores de navegação, ele compreende comandos complexos, reconhece preferências familiares, conversa e possui ampla mobilidade corporal com 22 graus de liberdade, diferenciando-se dos modelos industriais tradicionais.
Mobo da AiMOGA
Mobo da AiMOGA
Foto: Chery / Xataka

O mercado de robôs humanoides está cercado de dúvidas. Não sabemos qual será sua verdadeira utilidade fora dos ambientes industriais, nem se eles serão a grande revolução que prometem, mas uma coisa está clara: todas as empresas que estão se beneficiando desse mercado são chinesas. O compromisso da China com a robótica é tão grande que até as fabricantes de carros estão desenvolvendo seus próprios robôs. A mais recente a aderir à moda dos humanoides foi a Chery.

O primeiro robô humanoide da AiMOGA, a marca de robótica da Chery, foi batizado de Mobo. Diferenciando-se das propostas de outras fabricantes do setor, trata-se de um robô projetado para fazer companhia dentro de casa. Isso já fica evidente em seu design, com um estilo muito mais simpático e infantil, que foge do padrão dos humanoides de tamanho natural. O Mobo mede cerca de 90 centímetros de altura e pesa 18 kg.

O Mobo funciona com seu próprio sistema de IA, chamado MoAgent, que, segundo a marca, é capaz de compreender instruções complexas e dividi-las em pequenas tarefas, além de planejar atividades de longo prazo. Ele conta com sensores capazes de reconhecer o ambiente para se locomover pela casa, pode conversar e se lembra das preferências de cada membro da família. Quanto às suas capacidades físicas, a AiMOGA fala em "movimento de corpo inteiro com 22 graus de liberdade" e, caso você esteja se perguntando: sim, ele pode dançar.

Por que a Chery fabrica um robô doméstico

Esse não é o primeiro robô humanoide da ...

Veja mais

Matérias relacionadas

É sua vez de temer, mecânicos: novo robô troca os quatro pneus usando IA e sem desmontar as rodas

"As pessoas estão fartas de SUVs": no Salão do Automóvel de Paris, o grande retorno dos carros de perfil baixo

Um engenheiro japonês começou a fabricar capacetes para trabalhadores da construção civil. Então, por engano, descobriu que eles eram mais adequados para motociclistas

Italiano entra para o Guinness ao transformar um Fiat Panda no carro mais estreito do mundo

Oliver Blume, CEO da Volkswagen: "É hora de definir o rumo certo em relação ao CO₂ e ao comércio com a China"

Xataka
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra