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Renault busca parceiro chinês para ter novo Twingo elétrico

Subcompacto, novo Twingo vai ser elétrico e produzido na França, mas ainda busca vias de ser fabricado; Renault procura parceiros na China

5 jun 2024 - 16h12
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Não é de hoje que a Renault tenta reviver a glória de seu subcompacto Twingo. A montadora francesa já tentou uma parceria com a Volkswagen no passado, mas as negociações não foram adiante, e a marca alemã decidiu fazer seu modelo elétrico de entrada sozinha.

Assim, tentando conter o avanço dos elétricos chineses na Europa, a montadora busca parcerias... na China.

Liderado pela Ampere, o projeto tem metas ambiciosas, e uma delas é ser um modelo acessível. Prevista para reforçar o front de elétricos de entrada, a nova geração do Twingo deverá custar menos de 20 mil euros, o equivalente a R$ 113 mil em conversão direta.

Atualmente, o parceiro chinês do projeto é desconhecido, mas os dois candidatos mais prováveis são a Geely ou a Dongfeng.

Renault/Divulgação
Renault/Divulgação
Foto: Estadão

Renault procura parceiros na China

Segundo o site chinês Autohome, a parceria da francesa indica que o carro "será feito em conjunto com o parceiro chinês para reduzir o tempo de desenvolvimento e os custos".

A relação da Renault com a Geely não é de hoje, e acontece desde a época da compra de 34% Renault Korea, antiga Samsung Motors, pela chinesa. Além disso, mais ou menos na mesma época em que a Ampere nasceu, a Renault assinou o projeto Horse JV com a Geely para fazer motores.

Você viu isso aqui no Terra.

Outra provável candidata é a Dongfeng, com que a Renault manteve laços até 2020. Hoje, a marca ainda produz o Dacia Spring, nosso Renault Kwid E-Tech, mas a parceria vai se encerrando lentamente. A favor da Geely, dona da Volvo, está a experiência em carros elétricos pequenos, além da arquitetura modular compacta (CMA). Ela também será usada por modelos produzidos na Renault Coreia.

Por fim, o modelo acabará provavelmente fabricado na Europa, justamente para evitar taxações de carros vindos da China.

Estadão
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