Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

50 anos atrás, tentou-se levar o luxo dos cruzeiros para os ônibus. Cem pessoas em um bar provaram que era uma péssima ideia

Em 1975, a Neoplan apresentou um dos maiores ônibus já construídos. Esse gigantismo trouxe uma série de problemas

9 ago 2026 - 10h02
(atualizado em 10/8/2026 às 08h43)
Compartilhar
Exibir comentários
Jumbocruiser
Jumbocruiser
Foto: Wikimedia e Strassenkreuzer / Xataka

Se você procurar por "Jumbocruiser" no Google, encontrará um ônibus alugado para viagens de longa distância. Longuíssimas. E luxuosas. Daquelas usadas para transportar artistas em turnês pela Europa, com sofás, camas e pequenos espaços para refeições. Mas tudo isso já havia sido feito antes.

E o mais interessante é que a ideia original era tornar esse tipo de viagem acessível a qualquer pessoa. Afinal, o nome Jumbocruiser está longe de ser uma novidade. Há mais de 50 anos, alguém já havia proposto usar esse nome para um ônibus. Esse alguém foi a Neoplan, empresa que, na década de 1960, assumiu um desafio ambicioso: reinventar as viagens rodoviárias.

A ideia era criar uma nova forma de fazer turismo. O resultado, porém, foi um veículo tão gigantesco que acabou sendo vítima do próprio tamanho.

28 toneladas e 144 passageiros a bordo

Salão do Automóvel de Frankfurt, 1975. A Neoplan apresenta o Jumbocruiser, o maior ônibus do mundo — título que perderia no fim dos anos 1980. Para acomodá-lo, era preciso espaço: quase 19 metros de comprimento. E isso não era tudo. O veículo também exigia tetos altos, já que tinha cerca de 4 metros de altura, do chão ao teto.

Com seus 2,5 metros de largura, o Jumbocruiser era um verdadeiro colosso que não passou despercebido durante o salão. Bastava olhar para perceber que não se tratava de um veículo comum. Afinal, não é todo dia que se vê um ônibus articulado de dois andares, quase 20 metros de comprimento e 28 toneladas de peso. Sim, você leu ...

Veja mais

Matérias relacionadas

México reinventa os carros com um veículo que funciona sem gasolina, sem diesel e sem recargas elétricas: o Hidrobinisa

O asfalto preto pode absorver até 95% do calor do sol; Los Angeles vem testando uma solução há anos: ruas cinzas

O aspecto mais surpreendente de um Pagani de três milhões de dólares não é o seu motor: só os seus 2.000 parafusos custam mais do que um Porsche novo

Trocar a bateria de carro híbrido: quanto menor ela for, mais cara vai ficar

Juanjo Jiménez, mecânico: "Não é preciso recarregar o gás do ar-condicionado do carro, mas ele requer manutenção"

Xataka
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra