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Startup brasileira lança plataforma para criadores monetizarem sem depender de algoritmo

The Cool Rhyno chega ao mercado após movimentar R$ 400 mil em mais de 20 mil transações durante dois meses de fase beta

9 abr 2026 - 12h57
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Cofundadores da Rhyno: o CEO Felipe de Medeiros e a CMO Larissa Much
Cofundadores da Rhyno: o CEO Felipe de Medeiros e a CMO Larissa Much
Foto: Divulgação

Monetizar conteúdo na internet nunca foi simples, e quem já tentou viver de live ou de criação de conteúdo sabe que a distância entre ter audiência e ter renda pode ser frustrante.

Foi a partir dessa realidade que nasceu a The Cool Rhyno, startup brasileira que acaba de anunciar seu lançamento oficial com um histórico de beta já bastante movimentado: mais de R$ 400 mil processados, 20 mil transações e 200 criadores ativos antes mesmo de abrir as portas oficialmente.

A proposta central da plataforma é reunir em um único ambiente as principais formas de monetização para criadores: apoios financeiros, mensagens durante lives, loja de produtos físicos sob demanda e ferramentas de engajamento. Tudo isso com integração às principais plataformas de streaming já utilizadas pelo criador, incluindo Twitch, Kick, YouTube e Streamlabs.

Como a plataforma funciona

O modelo da Rhyno cobra apenas 2% sobre donates, o que a empresa posiciona como a menor taxa do segmento. O saque é gratuito. A configuração para começar a receber é descrita como um processo de minutos, sem necessidade de alterar a estrutura atual das transmissões.

Um dos recursos destacados é a loja integrada sob demanda: o criador pode montar uma loja de produtos físicos customizados sem precisar gerenciar estoque ou logística. A plataforma cuida da produção e entrega, enquanto o criador recebe sua margem sobre as vendas.

A plataforma também oferece dinâmicas de engajamento gamificado, como o Musicthon, ferramenta que permite à comunidade disputar músicas durante a transmissão via donates, e metas em cadeia com alertas personalizados.

Segundo dados internos da empresa, criadores que ativaram essas dinâmicas registraram aumentos de até 500% na receita em transmissões específicas. O streamer Stoompay, citado como caso de uso durante o beta, teria passado de cerca de R$ 50 para R$ 500 por live após adotar o Musicthon.

A origem da startup

A Rhyno foi fundada por Felipe de Medeiros (CEO) e Larissa Much (CMO), empreendedores com experiência em estruturação de startups que migraram para o universo da criação de conteúdo e, segundo eles, se depararam diretamente com as dificuldades de monetização que a plataforma agora propõe resolver.

O foco inicial são os streamers, especialmente pela integração com ferramentas de live, mas a empresa afirma atender também outros perfis de criadores que queiram vender produtos físicos ou receber apoio direto da comunidade sem depender de publicidade.

Mais informações estão disponíveis no site da plataforma.

Fonte: Game On
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