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Relembre grandes heroínas esquecidas dos games

Veja personagens femininas marcantes que protagonizaram jogos de sucesso no passado, mas que estão sumidas nas últimas gerações

8 mar 2023 - 10h46
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Alis, de Phantasy Star, foi uma das primeiras grandes heroínas dos games
Alis, de Phantasy Star, foi uma das primeiras grandes heroínas dos games
Foto: Sega / Divulgação

Princesas rebeldes, guerreiras espaciais, espiãs sombrias, amazonas vingadoras, muitos foram os papeis desempenhados pelas mulheres nos videogames. Nas décadas de 1980, 90 e 2000, a presença delas foi crescendo em quantidade e relevância, e hoje vários personagens têm destaque no imaginário da comunidade gamer.

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Isso faz com que vários games do passado abriguem protagonistas, que embora importantes para essa evolução, acabassem esquecidas pelo grande público. Então, o Game On resgata a história de algumas dessas heroínas.  

Princesa Kurumi (Ninja Princess)

Ainda que o herói padrão da década de 1980 fosse um militar musculoso, a Sega já em seus primórdios ousou com personagens fora desse esquema. Lançado para arcades em 1985, Ninja Princess coloca o jogador no controle de uma simpática princesinha. Contrariando o arquétipo clássico, a princesa Kurumi escapa de um sequestro e, no melhor estilo "exército de uma mulher só", se transforma em ninja e parte para recuperar seu castelo que foi tomado pelo vilão Zaemon Gyokuro. 

Ninja Princess é um game de tiro em rolagem vertical, em que Kurumi tem que abater inimigos vindos de todas as direções em fases de dificuldade crescente. Ninja Princess ganhou uma conversão para Master System, mas infelizmente a Sega substituiu sua princesa Kurumi por um protagonista genérico. Ainda assim, Ninja Princess é importante por marcar um dos primeiros trabalhos de Rieko Kodama, uma das produtoras de games mais importantes do Japão.   

Alis (Phantasy Star)

A Sega novamente saiu da norma ao escalar uma heroína para protagonizar um RPG épico. Phantasy Star conta a saga de Alis para vingar a morte de seu irmão e derrotar o poderoso vilão Lasic. Em uma aventura tecnicamente incrível para a época, com qualidade gráfica e sonora superior aos clássicos Final Fantasy e Dragon Quest, Alis precisa reunir um grupo de heróis e viajar por três planetas para que sua missão possa ser concluída com sucesso. Phantasy Star é um dos games mais famosos e emblemáticos desenhados por Rieko Kodama, que graças a games como este, se tornou uma das referências do game design feminino do Japão.

Alisia (Alisia Dragoon)

A biblioteca de jogos do Mega Drive é recheada de games com muita ação e alto grau de desafio. Apesar de não tão conhecido, Alisia Dragoon é um dos melhores games desse tipo. A protagonista Alisia é uma guerreira com vários poderes mágicos que podem ser expandidos durante a campanha, além da capacidade de invocar dragões, e considerando as fases cheias de inimigos e batalhas épicas contra chefões super poderosos, Alisia terá que usar tudo o que tiver disponível para vencer no final. Lançado em 1992, Alisia Dragoon foi ganhando fama com o passar dos anos, sobretudo quando uma das desenvolvedoras do game, a Gainax, ficou muito famosa por conta de animes como Evangelion e Nadia.

Sayo-Chan (Pocky & Rocky)

Em 1992 a Natsume apostou em um jogo de tiro vertical bem fora do padrão da época. Saem as naves e os cenários futuristas e entram o Japão tradicional, o folclore yokai e a protagonista Sayo-Chan, uma simpática sacerdotisa que conta com "ofudas" (talismãs de papel) e um "gohei"(uma espécie de vareta de madeira com tiras de papel dobrado que serve para afastar maus espíritos) para impedir que Black Mantle, um grande espírito do mal invada o mundo dos vivos. 

Kiki Kaikai (Pocky & Rocky nas versões ocidentais) fez relativo sucesso no Super Nintendo e ganhou uma sequência para o console. Após anos de sumiço, Sayo-Chan retornou aos videogames com "Pocky & Rocky Reshrined" lançado para PlayStation 4 e Nintendo Switch.  

Joanna Dark (Perfect Dark)

O sucesso fenomenal de Goldeneye 007 praticamente obrigou a Rare a fazer um novo game de tiro. Entretanto, a EA conseguiu os direitos da franquia James Bond, o que fez com que a Rare apostasse em um game original. Sai o agente secreto mais famoso do mundo (irônico, não?) e entra Joanna Dark, agente que opera sob o título Perfect Dark. 

Joanna Dark se envolve em uma trama que contém disputas entre grandes corporações, cujo pano de fundo é uma antiga guerra entre civilizações alienígenas que se infiltraram secretamente na Terra. Sucesso do Nintendo 64, Perfect Dark ganhou uma sequência para Xbox, que não teve o mesmo sucesso. Há alguns anos rolam rumores de uma sequência, porém o destino da agente Dark ainda é nebuloso.

Jade (Beyond Good & Evil)

Produto de muitas experimentações por parte dos desenvolvedores da Ubisoft, Beyond Good & Evil é um curioso marco dos videogames. Sua protagonista, Jade é um tipo raro em videogames:  uma foto-jornalista investigativa, e a campanha de jogo mistura resolução de quebra-cabeças, fotografia, sequências de infiltração e lutas à la Zelda, tudo em um game surpreendentemente coeso. Apesar de não ter tido vendas expressivas, ganhou com o passar do tempo o estado de "cult", e já foi considerado como um melhores games de todos os tempos por vários veículos especializados. Ainda assim, Beyond Good & Evil somente ganhou um remaster HD para PSN e Xbox Live Arcade em 2011, e sua anunciada sequência até hoje não saiu do papel.

Fonte: Game On
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