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Yago Dora supera dois 'quase' na WSL e comemora título mundial inédito: 'Sempre acreditei'

Brasileiro bate Griffin Colapinto e confirma soberania nas ondas de Fiji

2 set 2025 - 23h44
(atualizado em 2/9/2025 às 18h06)
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Ainda na água, após garantir o título da Liga Mundial de Surfe (WSL), em Fiji, Yago Dora falou as primeiras palavras como campeão mundial. Foi o primeiro título do curitibano radicado em Florianópolis e o oitavo do Brasil.

Aos 29 anos, ele se junta a Gabriel Medina (2014, 2018 e 2021), Adriano de Souza (2015), Italo Ferreira (2019) e Filipe Toledo (2022 e 2023) na lista de brasileiros campeões mundiais.

"É inacreditável para mim. Senti essa energia em Fiji desde que cheguei aqui e sempre acreditei nesse título. Fico feliz em trazer mais um título para o Brasil. Agradeço a todos que me apoiaram ao longo da carreira", falou à WSL.

O título veio após Yago bater na trave duas vezes. Em 2023, ele chegou a ir para o WSL Finals, mas ficou em quinto. O título acabou com outro brasileiro, Filipe Toledo.

"É louco. Estou muito feliz, mas ainda não parece real. É um ano inteiro de trabalho definido naqueles 35 minutos. Eu estava nervoso sobre surfar de novo contra Griff. Ele é muito bom. Estou contente que superei ele de primeira. Dei tudo de mim, toda minha energia, meu coração", concluiu.

Já no ano passado, Yago ficou fora da final. Ele terminou em sexto, acumulando 36.380 pontos. O quinto colocado foi o australiano Ethan Ewing, com 38.380, já contando a pontuação do WSL Finals.

O campeão de 2024 foi o havaiano John John Florence, que impôs uma quebra na sequência brasileira. O Brasil era campeão consecutivamente de 2018 a 2023. No intervalo, foram duas conquistas de Medina, duas de Filipe Toledo e uma de Italo Ferreira. Em 2020, a competição foi cancelada por causa da pandemia.

"O Brasil vive um ciclo virtuoso no surfe mundial. Dentro d'água, nossos atletas acumulam títulos históricos. Fora dela, somos palco dos maiores eventos, líderes de audiência e de base de fãs. Esse movimento se retroalimenta: cada vitória amplia nossa relevância global, e as consequências são condições cada vez maiores para novos campeões surgirem", analisa Ivan Martinho, presidente da World Surf League (WSL) na América Latina.

Estadão
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