Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Vôlei

Tiffany responde críticas e rebate Ana Paula: "Para mim, você não existe"

29 mar 2019 - 14h44
(atualizado às 14h44)
Compartilhar
Exibir comentários

A novela da jogadora de vôlei Tiffany ganhou mais um capítulo. Nesta semana, após o duelo de quartas de final da Superliga feminina, em que o Bauru surpreendeu e eliminou o favorito Sesc/RJ, o técnico dos cariocas, Bernardinho foi visto chamando a atleta de homem, se referindo ao movimento que ela fez, comum no vôlei masculino.

A polêmica seguiu fora das quadras, desta vez com a ex-jogadora Ana Paula. Em uma rede social, a medalhista de bronze na Olimpíada de Atlanta de 1996 saiu em defesa de Bernardinho:

"Leio que a militância a favor de trans no esporte feminino e contra as mulheres atacou Bernardinho por ele ter dito a verdade, que Tiffany tem um ataque de homem. Minoria barulhenta que quer empurrar a todo custo que sentimentos são mais importantes que fatos e biologia. Não são. Num post de um perfil LGBT que ataca brutalmente Bernardinho por ter dito a verdade, a lucidez é mostrada exatamente nos comentários da própria comunidade gay que, em absoluta maioria, não concorda com homens biológicos competindo, vencendo e batendo recordes de mulheres".

Tiffany, em uma transmissão ao vivo no Instagram, rebateu as críticas de Ana Paula, acusando a es-jogadora de falta de conhecimento sobre o assunto.

"Essa moça tentou novamente aparecer, oportunista. A senhora Ana Paula que nem no Brasil reside. Você se considera uma mulher americana, então vá cuidar das trans que jogam torneios americanos. Nos Estados Unidos tem muitas trans jogando e você não fala com nenhuma. Por que quer derrubar eu no Brasil? Aquela carta que você mandou para o COI é mentira, ninguém vai acreditar. Quem estudou o corpo de uma trans foi o Comitê Olímpico, não foi você. Você dilata homofobia disfarçada de palavras bonitas. Você está se baseando no achismo. Não implorei para jogar, é uma lei que existe para todas as mulheres trans", desabafou.

"Todas as mulheres são mulheres. Você tem que ter talento, nível e estar nas regras. Não são todas as mulheres trans que têm talento, nível e estão dentro das regras e aptas a jogar voleibol. Ana Paula, vá cuidar das trans americanas e me deixe em paz. Você é uma pessoa que não existe, para o resto do Brasil só coração", concluiu.

Tifanny ainda absolveu Bernardinho de sua fala. "Nós mulheres trans começamos a jogar vôlei, mas aprendemos movimentos masculinos que as mulheres não aprendem. Esse movimento eu treino porque meu técnico era de seleção masculina. O Bernardo vendo esse movimento pensou que ficaria complicado. Já tiveram jogos que o treinador pediu para não sacarem em mim porque tenho movimentos masculinos. Não quero que crucifiquem uma pessoa por coisas que não existiram", explicou Tiffany.

Visualizar esta foto no Instagram.

Quando crianças sonhamos em ser atletas de alto nível porém quando chegamos a esse alto nível e temos um bom nível onde deveria ser tão concorridas pelos clubes aí somos atadas ao trabalho por um rank que nos limita a encontrar um clube teria tanta outras formas de fazer uma Superliga mais equilibrada sem necessidade de rank ! Porém como somos mulheres fortes e batalhadoras acredito em cada uma das ranqueadas e vamos continuar firme mesmo com tantas dificuldades .

Uma publicação compartilhada por Tifanny Abreu (@tifannyabreu10) em

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade