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Analise: Vitória repete velhos problemas e acende sinal de alerta às vésperas do Brasileirão

Mesmo com força máxima e diante de um Bahia alternativo, Rubro-Negro tem atuação pobre no Ba-Vi e deixa mais dúvidas do que respostas para 2026

26 jan 2026 - 15h16
(atualizado às 15h16)
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Jogador do Bahia caido no chão dispultando a bola com o jogador do Vitória
Jogador do Bahia caido no chão dispultando a bola com o jogador do Vitória
Foto: Esporte News Mundo

Se a intenção do Vitória era usar o primeiro Ba-Vi de 2026 como um ponto de virada emocional e técnico antes do início do Campeonato Brasileiro, o efeito foi exatamente o oposto. A derrota por 1 a 0 para um Bahia com time misto, no Barradão, deixou no ar um sentimento de frustração e preocupação. Mais do que o resultado, foi a forma como o Rubro-Negro se comportou em campo que chamou atenção — e não de maneira positiva.

Jair Ventura colocou em campo o que tinha de melhor, com a única baixa sendo o zagueiro Edu, lesionado. A expectativa era de um Vitória dominante, capaz de impor ritmo e aproveitar o fato de o rival poupar seus principais jogadores. O que se viu, porém, foi um time travado, previsível e desconfortável ao assumir o protagonismo da partida.

Um time previsível e sem alternativas

Mesmo com maior posse de bola no primeiro tempo, o Vitória teve dificuldades claras para transformar controle territorial em chances reais. A equipe apostou excessivamente nos lados do campo e em cruzamentos muitas vezes forçados, sem coordenação ou presença efetiva na área. As melhores oportunidades surgiram com Erick, mas faltou precisão para converter as chances em gol — um problema recorrente.

Defensivamente, o cenário também não foi animador. O Vitória sofreu para conter as transições rápidas do Bahia e mostrou fragilidade nas bolas aéreas. Em uma dessas jogadas, Dell acertou o travessão de Gabriel, em lance que já funcionava como aviso. O Rubro-Negro, por sua vez, parecia sempre um passo atrás na leitura defensiva.

No segundo tempo, pouco mudou. O Vitória seguiu como um time de "uma jogada só", insistindo nos chuveirinhos e sem capacidade de infiltração pelo meio. Renato Kayzer e Ramon até finalizaram, mas sem exigir defesa do goleiro Ronaldo. Do outro lado, o Bahia manteve a estratégia de explorar os espaços deixados pelo adversário — e foi premiado. Aos 15 minutos, um erro de posicionamento de Mateus Silva abriu caminho para Iago Borduchi servir Dell, que não desperdiçou.

A situação poderia ter sido ainda pior em um lance duvidoso dentro da área, quando Ramon disputou bola com Erick Pulga. Nos minutos finais, apesar das substituições e tentativas de Jair Ventura, quem esteve mais próximo de marcar novamente foi o Bahia.

Ao fim do jogo, reduzir a atuação a uma falta de "capricho" soa insuficiente. Faltou repertório, intensidade e leitura de jogo. O Vitória sai do primeiro grande teste de 2026 com a sensação incômoda de que pouco evoluiu em relação a 2025 — tanto no campo quanto no discurso. Para quem promete um ano diferente, o alerta foi ligado cedo demais.

Esporte News Mundo
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