Veja mulheres que ameaçaram hegemonia masculina nos esportes
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Foto: Getty Images
Força física, estatura e tradição são fatores que fazem com que algumas modalidades sejam dominadas ou praticadas exclusivamente por homens. O aspecto histórico e biológico não impede, no entanto, que algumas mulheres se destaquem muito nesses esportes, sendo consideradas ou convidadas a participar da disputa contra o sexo oposto. Veja algumas das mulheres prodígio no esporte
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Bethany Hamiton - surfe
A havaiana se tornou a primeira mulher a competir no Rip Curl Padang Padang, evento realizado na ilha de Sumatra, na Indonésia. Em 2012, ela passou pela primeira eliminatória e caiu nas quartas de final. Bethany recebeu um convite para a competição por seu desempenho em ondas grandes nas competições femininas. A surfista teve um braço amputado aos 13 anos ao ser atacada por um tubarão e superou a lesão para se tornar uma das melhores do mundo -
Foto: AFP
Bethany Hamiton - surfe
A havaiana se tornou a primeira mulher a competir no Rip Curl Padang Padang, evento realizado na ilha de Sumatra, na Indonésia. Em 2012, ela passou pela primeira eliminatória e caiu nas quartas de final. Bethany recebeu um convite para a competição por seu desempenho em ondas grandes nas competições femininas. A surfista teve um braço amputado aos 13 anos ao ser atacada por um tubarão e superou a lesão para se tornar uma das melhores do mundo -
Billie Jean King - tênisFoto: Getty Images
Como tenista, a americana teve uma das carreiras mais vitoriosas da história, com 39 títulos de Grand Slam - 12 jogando simples. Além disso, se notabilizou como ícone da luta contra o machismo no esporte. Em 1973, enfrentou e venceu Bobby Riggs, campeão de Wimbledon e US Open, em duelo amistoso pelo placar de 3 sets a 0, em partida que ficou conhecida como "Batalha dos Sexos" -
Billie Jean King - tênisFoto: Getty Images
Como tenista, a americana teve uma das carreiras mais vitoriosas da história, com 39 títulos de Grand Slam - 12 jogando simples. Além disso, se notabilizou como ícone da luta contra o machismo no esporte. Em 1973, enfrentou e venceu Bobby Riggs, campeão de Wimbledon e US Open, em duelo amistoso pelo placar de 3 sets a 0, em partida que ficou conhecida como "Batalha dos Sexos" -
Brittney Griner - basqueteFoto: Getty Images
Destaque da liga universitária, a americana de 22 anos pode se tornar a primeira mulher da história a jogar na NBA. Pela Baylor Univesity, a jogadora de 2,03 m quebrou a marca de 2 mil pontos e 500 bloqueios, além de ter enterrado sete vezes na carreira, jogada tão incomum entre as mulheres. Mark Cuban, proprietário dos Dallas Mavericks, foi quem criou o frissón ao admitir que draftaria Brittney para a próxima temporada. Na mira de franquias da WNBA, ela não fugiu: afirmou que aceitaria o desafio -
Brittney Griner - basqueteFoto: Getty Images
Destaque da liga universitária, a americana de 22 anos pode se tornar a primeira mulher da história a jogar na NBA. Pela Baylor Univesity, a jogadora de 2,03 m quebrou a marca de 2 mil pontos e 500 bloqueios, além de ter enterrado sete vezes na carreira, jogada tão incomum entre as mulheres. Mark Cuban, proprietário dos Dallas Mavericks, foi quem criou o frissón ao admitir que draftaria Brittney para a próxima temporada. Na mira de franquias da WNBA, ela não fugiu: afirmou que aceitaria o desafio -
Carissa Moore - surfeFoto: Getty Images
Por falta de patrocínio, eventos femininos de surfe foram cancelados em 2011, e não pareceu justo que uma surfista como Carissa Moore ficasse sem competir por conta disso. Foi desta forma que a havaiana garantiu wild cards para o Reef Hawaiian Pro e o Vans World Cup, a primeira mulher da história a conseguir o feito. Enfrentar homens, no entanto, já era quase rotina: ela foi a única mulher na disputa de competições como Quiksilver King of the Groms e Mens WQS no México, onde chegou a conseguir nota 10 em uma das baterias -
Carissa Moore - surfeFoto: AFP
Por falta de patrocínio, eventos femininos de surfe foram cancelados em 2011, e não pareceu justo que uma surfista como Carissa Moore ficasse sem competir por conta disso. Foi desta forma que a havaiana garantiu wild cards para o Reef Hawaiian Pro e o Vans World Cup, a primeira mulher da história a conseguir o feito. Enfrentar homens, no entanto, já era quase rotina: ela foi a única mulher na disputa de competições como Quiksilver King of the Groms e Mens WQS no México, onde chegou a conseguir nota 10 em uma das baterias -
Fabíola da Silva - patins inlineFoto: Getty Images
A brasileira foi o primeiro expoente do patins inline no Brasil, a ponto de competir com homens pela ausência de rivais no País. No exterior, se notabilizou com oito medalhas de ouro em X-Games, as Olimpiadas dos esportes radicais. -
Fabíola da Silva - patins inlineFoto: Marcelo Pereira / Terra
A brasileira foi o primeiro expoente do patins inline no Brasil, a ponto de competir com homens pela ausência de rivais no País. No exterior, se notabilizou com oito medalhas de ouro em X-Games, as Olimpiadas dos esportes radicais. -
Hope Solo - futebolFoto: Getty Images
O limitado cenário dos campeonatos femininos de futebol levou Hope Solo a considerar seriamente a hipótese de pedir permissão à Fifa para jogar entre os homens. A atleta afirmou que, em divisões inferiores, seria possível equiparar o nível físico e técnico. Entre as mulheres, ela é um ícone: bicamoã olímpica e campeã mundial pelos Estados Unidos, indicada para o prêmio de melhor do mundo da Fifa (ficou com o bronze) -
Hope Solo - futebolFoto: Getty Images
O limitado cenário dos campeonatos femininos de futebol levou Hope Solo a considerar seriamente a hipótese de pedir permissão à Fifa para jogar entre os homens. A atleta afirmou que, em divisões inferiores, seria possível equiparar o nível físico e técnico. Entre as mulheres, ela é um ícone: bicamoã olímpica e campeã mundial pelos Estados Unidos, indicada para o prêmio de melhor do mundo da Fifa (ficou com o bronze) -
Karen JonzFoto: Getty Images
A brasileira começou a andar de skate com 17 anos e não demorou a se destacar, chegando a competir - e a chegar às semifinais em etapa de mundial, no Rio de Janeiro - contra homens. Assim como ocorreu com Fabíola da Silva, Karen evoluiu andando com homens e entre eles brilhou até que pudesse, no exterior, fazer o mesmo competindo contra mulheres -
Karen JonzFoto: Getty Images
A brasileira começou a andar de skate com 17 anos e não demorou a se destacar, chegando a competir - e a chegar às semifinais em etapa de mundial, no Rio de Janeiro - contra homens. Assim como ocorreu com Fabíola da Silva, Karen evoluiu andando com homens e entre eles brilhou até que pudesse, no exterior, fazer o mesmo competindo contra mulheres -
Lindsey Vonn - esquiFoto: Getty Images
Campeã olímpica e tetracampeã mundial de esqui alpino, a musa americana tentou dar um passo além na carreira. Em outubro de 2010, escreveu uma carta ao diretor do mundial pedindo para competir contra homens no evento do downhill na edição de Lake Louise, no Canadá, em novembro. Uma das maiores esquiadoras da história, ela teve o pedido negado, mas segue em alta entre as mulheres, acumulando 53 vitórias em etapas de Copa do Mundo, por exemplo -
Lindsey Vonn - esquiFoto: Getty Images
Campeã olímpica e tetracampeã mundial de esqui alpino, a musa americana tentou dar um passo além na carreira. Em outubro de 2010, escreveu uma carta ao diretor do mundial pedindo para competir contra homens no evento do downhill na edição de Lake Louise, no Canadá, em novembro. Uma das maiores esquiadoras da história, ela teve o pedido negado, mas segue em alta entre as mulheres, acumulando 53 vitórias em etapas de Copa do Mundo, por exemplo -
Marta - futebolFoto: Getty Images
Eleita pela Fifa a melhor jogadora do mundo em cinco anos consecutivos (de 2006 a 2010), Marta sempre conviveu com comentários de que, entre os homens, daria muito trabalho e conseguiria jogar no alto nível. A atacante afirmou que, pelo lado técnico, poderia jogar com um time masculino, embora haja limitações físicas. -
Marta - futebolFoto: Getty Images
Eleita pela Fifa a melhor jogadora do mundo em cinco anos consecutivos (de 2006 a 2010), Marta sempre conviveu com comentários de que, entre os homens, daria muito trabalho e conseguiria jogar no alto nível. A atacante afirmou que, pelo lado técnico, poderia jogar com um time masculino, embora haja limitações físicas. -
Sam Gordon - futebol americanoFoto: Getty Images
Com apenas 9 anos, Samantha Gordon se tornou destaque internacional por sua carreira no futebol americano. A jogadora bateu a marca de 35 touchdowns, entre outras, disputando campeonatos infantis contra meninos com até duas vezes seu peso. Seu sucesso foi ampliado pelo Youtube, sendo que alguns vídeos quebraram a marca de 2 milhões de views -
Sam Gordon - futebol americanoFoto: Getty Images
Com apenas 9 anos, Samantha Gordon se tornou destaque internacional por sua carreira no futebol americano. A jogadora bateu a marca de 35 touchdowns, entre outras, disputando campeonatos infantis contra meninos com até duas vezes seu peso. Seu sucesso foi ampliado pelo Youtube, sendo que alguns vídeos quebraram a marca de 2 milhões de views -
Silvana Lima - surfeFoto: Getty Images
Vice-campeã mundial de surfe, Silvana Lima foi outra mulher a ser convidada a competir entre os homens, tamanho é seu destaque no esporte. Silvana correu o Maresia Surf International Paracuru WQS 2010, terminando em segundo lugar em sua sessão e sendo eliminada logo de cara. Sua presença atraiu muito interesse do público pela competição -
Silvana Lima - surfeFoto: Getty Images
Vice-campeã mundial de surfe, Silvana Lima foi outra mulher a ser convidada a competir entre os homens, tamanho é seu destaque no esporte. Silvana correu o Maresia Surf International Paracuru WQS 2010, terminando em segundo lugar em sua sessão e sendo eliminada logo de cara. Sua presença atraiu muito interesse do público pela competição -
Ye Shiwen - nataçãoFoto: Getty Images
A nadadora chinesa é uma das mulheres que, definitivamente, venceria muitos homens em caso de competição mista. Bicampeã olímpica em Londres, ela chocou o mundo ao fazer os últimos 50 m da disputa dos 400 m medley mais rápido do que Ryan Lochte (28s93 a 29s10), campeão entre os homens. O desempenho provocou polêmica, com insinuações de doping e trapaça, nenhuma delas confirmadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) -
Ye Shiwen - nataçãoFoto: Getty Images
A nadadora chinesa é uma das mulheres que, definitivamente, venceria muitos homens em caso de competição mista. Bicampeã olímpica em Londres, ela chocou o mundo ao fazer os últimos 50 m da disputa dos 400 m medley mais rápido do que Ryan Lochte (28s93 a 29s10), campeão entre os homens. O desempenho provocou polêmica, com insinuações de doping e trapaça, nenhuma delas confirmadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI)