"Esta tem sido, de longe, a perna mais difícil da corrida até agora. O Oceano Antártico foi implacável, com ventos muito, muito fortes e ondas enormes dia após dia", comentou Ken Read. Para se ter uma ideia, o Groupama abandonou a perna após a quebra do mastro. Na semana passada, o Team Telefónica teve uma avaria ao ser atingido por ondas gigantes e precisou fazer uma parada forçada na cidade argentina de Ushuaia para reparos
Foto: Amory Ross/PUMA Ocean Racing/Volvo Ocean Race / Divulgação