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Muricy nega mágoa do São Paulo e fica feliz com gritos: "reconhecimento"

11 jul 2013 - 21h00
(atualizado às 21h00)
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<p>Treinador lembrou que futebol &eacute; feito de &quot;escolhas&quot; e a diretoria do S&atilde;o Paulo preferiu Autuori</p>
Treinador lembrou que futebol é feito de "escolhas" e a diretoria do São Paulo preferiu Autuori
Foto: Getty Images

O técnico Muricy Ramalho, atualmente desempregado após ser demitido do Santos, afirmou que não ficou magoado pela diretoria do São Paulo ter preferido o técnico Paulo Autuori a ele para a vaga de Ney Franco. Em entrevista à Rádio Bradesco Esportes, Muricy salientou que o futebol é feito de escolhas e que sai feliz pela lembrança do torcedor são-paulino, que gritou seu nome repetidas vezes nas arquibancadas.

"Não tem essa de mágoa, futebol é assim mesmo. No tempo que eu passei lá fiz o meu trabalho, mas futebol é assim mesmo. É feito de escolhas, a diretoria fez sua escolha e não fico sentido. Continuo amigo das pessoas de lá, não muda nada. Foi escolha do São Paulo e a gente tem que respeitar", explicou.

Durante a derrota da última quarta-feira, para o Bahia, por 2 a 1, a pequena torcida são-paulina voltou a gritar o nome de Muricy Ramalho, apesar das notícias já indicarem que Paulo Autuori sera o novo técnico da equipe. Os gritos de "é, Muricy!", que já haviam sido ouvidos nos duelos contra Goiás, Corinthians e Santos, deixaram o treinador lisonjeado.

"É uma coisa de reconhecimento pelo o que eu fiz no São Paulo na época que era técnico. A torcida não esquece, dá muito valor a isso. Fico muito contente e agradecido pela preferência, mas quem escolhe o treinador é a diretoria e está escolhido o Autuori", comentou Muricy,

Juvenal "ignora" Muricy e explica opção por Autuori:

Os nomes mais fortes para assumir a vaga de Ney Franco no São Paulo eram o de Autuori, que até o início da semana estava empregado no Vasco da Gama, e o do próprio Muricy. Durante a apresentação do novo treinador, nesta quinta-feira, Juvenal negou que o o ex-treinador do Santos tenha sido vetado por Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, declaração que Muricy diz acreditar.

"Quando saí de lá não tive problema com ninguém, nem com Leco nem com ninguém. O que conversava direto é quem trabalhava comigo, que no caso era o Juvenal. Respeito muito o lugar das pessoas, não tive problema com ninguém. Futebol é paixão, você tem resultados negativos e as pessoas querem que você vá embora, mas nunca tive problema com nenhum dirigente que eu conheço e que está lá", disse.

Desempregado, o ex-treinador do Santos afirmou não ter pressa para escolher um novo clube. De acordo com o próprio Muricy, diversas equipes do exterior, de "futebol que dá muito dinheiro e pouco reconhecimento", procuraram-no, sem levantar seu interesse. O técnico lembrou que tem calma e só voltará a trabalhar em um clube que lhe dê condições de ser campeão.

Com discursos exaltados de Juvenal, Autuori é apresentado no São Paulo; veja:

Fonte: Terra
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