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Foto: Marcos Bezerra / Futura Press

São Paulo

Dorival vê evolução no São Paulo, mas de novo lamenta 'detalhe fatal'

9 set 2017
22h49
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Não é a primeira vez que o São Paulo se impõe perante ao adversário, têm o jogo nas mãos e, mesmo assim, tropeça por causa de algum detalhe dentro da partida. Nesse sábado, o Tricolor Paulista abriu 2 a 0 na Ponte Preta, passou quase 70 minutos sem levar um chute a gol, mas acabou sofrendo o empate e, por pouco não engoliu uma virada histórica no Morumbi.

Em alguns momentos da entrevista coletiva após o jogo, Dorival Júnior claramente segurou o sentimento quase que de raiva pelo tropeço depois de um desempenho satisfatório. E o técnico não escondeu que o "detalhe" dessa vez foi a expulsão de Jucilei no lance que ainda culminou com o primeiro gol da Macaca.

"A equipe é organizada, está bem posicionada, constrói o resultado e, de repetente, numa bola aparada muda completamente o contexto do jogo. Eu te pergunto, eles penetraram na nossa zaga? Isso marca um time que marca errado. Triangulações pelo canto? Não acontecem. Porém, detalhes mínimos têm feito uma diferença muito grande", justificou Dorival.

"Por incrível que pareça, alguns resultados têm acontecido com a equipe muito bem postada em campo. Difícil até de explicar, pela maneira como são construídos os gols tomados. Até aquele momento (pênalti), não houve sequer uma batida em gol. Isso aí é resultado do trabalho que foi feito, linha de cobertura aproximada. E, de repente, em uma jogada, uma bola parada, não conseguimos tirar a bola daquele miolo, alguma coisa deve ter acontecido que causou a expulsão", completou o comandante tricolor.

Dorival Júnior avisou que não pretende mudar o esquema tático do time, apesar da vice-lanterna na tabela de classificação, e ainda aproveitou para explicar porque acabou retardando as substituições, mesmo em um momento delicado da partida, quando a Ponte Preta pressionava o São Paulo.

"Eu tinha três jogadores (Bruno Alves, Militão e Lucas Fernandes) que acabaram me segurando na hora de fazer uma substituição. Não poderia correr o risco de queimar a última substituição e correr o risco de ficar com dois a menos por um deles acabar não suportando", encerrou.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva

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