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Após faxina, Santos segura apostas com aumentos de salário

3 fev 2015 - 07h00
(atualizado às 08h29)
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A nova diretoria do Santos está empenhada em não perder mais jogadores. Após consolidar a política de contenção de gastos com acordos para as liberações dos salários mais altos do elenco, o clube intensifica trabalhos para a permanência de suas principais apostas com aumentos. O último foi com o atacante Geuvânio, autor de dois gols na estreia do Campeonato Paulista.

O camisa 45 recebia R$ 50 mil mensais desde a renovação em meio ao último Campeonato Paulista, quando foi eleito a revelação da competição. Recentemente, teve o seu nome envolvido, ao lado do de Gabigol e Daniel Guedes, na polêmica venda de parte dos direitos econômicos ao Grupo Doyen pela última diretoria.

O principal foco, agora, passou a ser o lateral esquerdo Caju. O camisa 3 é titular com a Seleção Brasileira sub-20 na disputa do Sul-Americano da categoria e tem hoje o salário mais baixo do atual elenco, de R$ 5 mil. Além disso, o vínculo expira já no fim do ano. O clube encaminhou a proposta e espera fechar até a próxima semana o acordo.

<p>Depois da saída de experientes, Santos aumentou salários e manteve promessas</p>
Depois da saída de experientes, Santos aumentou salários e manteve promessas
Foto: Ricardo Saibun/Santos / Divulgação

Antes de Geuvânio, a diretoria reajustou o zagueiro Gustavo Henrique, titular na defesa desde 2013 e que voltou recentemente de lesão, e precisou fazer intervenções, principalmente, nos casos de Lucas Lima e Robinho, que tinham propostas para sair.

"Tive uma conversa recente com o Dagoberto (Fernando dos Santos, diretor executivo do clube) e eles resolveram me dar um aumento de salário, recebi um reajuste. Fico feliz pelo reconhecimento que tiveram por mim", afirmou Geuvânio. 

Com Lucas Lima, o presidente Modesto Roma Júnior disse que conseguiu acalmar o seu empresário, Edson Khodor, em um almoço, após o mesmo garantir que o jogador desejava sair em um primeiro contato. O camisa 20 tinha duas propostas e confirmou ter ganhado o aumento para permanecer.

Robinho, por sua vez, foi uma das prioridades da atual diretoria. A definição com a advogada do atleta, Marisa Alija Ramos, foi da permanência até, pelo menos, agosto, quando acaba o contrato de empréstimo. O Santos já avisou que pretende tê-lo por mais tempo e estuda formas de atrair o Milan a ceder pelo jogador.

Elano festeja volta e diz que se sente como jovem de 20 anos:

Só com o empréstimo de Damião, o Santos economiza R$ 400 mil mensais, mais R$ 150 mil que incluiu a devolução do volante Souza no negócio. O clube conseguiu ainda acordos para as liberações do zagueiro Edu Dracena e do volante Arouca, que ganhavam R$ 350 mil cada. Com relação a Arouca, a liberação para o rival Palmeiras contou com o perdão da dívida e a manutenção de 40% de seus direitos econômicos para que possa lucrar com uma futura venda.

Por fim, o clube liberou Aranha, que também acertou com o Palmeiras, e recebia quase R$ 200 mil mensais. A conta fica ainda maior sem o lateral esquerdo Mena, que teve liminar concedida para atuar pelo Cruzeiro e recebia R$ 230 mil.

Para a temporada, o Santos contratou sete nomes, todos encaixados a nova política de gastos adotada. Ricardo Oliveira e Elano, por exemplo, têm contratos de risco, somente até maio, com ganhos reduzidos.

O último anunciado foi goleiro Vanderlei, do Coritiba. Além dele, também trouxe os meias Marquinhos Gabriel e Chiquinho, o volante Valencia e o zagueiro Werley. O clube considera que fechou os reforços para a disputa do Campeonato Paulista.

Fonte: K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME K.R.C.DE MELO & CIA. LTDA – ME
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