Vaias, cobranças e explicações: Osório analisa empate no Re-Pa e expõe decisões no clássico
Paysandu e Remo empataram em 1 a 1 no clássico Re-Pa nº 781, disputado pela quarta rodada do Campeonato Paraense. Após o empate, o técnico do Remo, Juan Carlos Osório, foi bastante cobrado durante a entrevista coletiva, especialmente pela postura da equipe em campo, pela intensidade apresentada no clássico e pela sensação, para parte da […]
Paysandu e Remo empataram em 1 a 1 no clássico Re-Pa nº 781, disputado pela quarta rodada do Campeonato Paraense. Após o empate, o técnico do Remo, Juan Carlos Osório, foi bastante cobrado durante a entrevista coletiva, especialmente pela postura da equipe em campo, pela intensidade apresentada no clássico e pela sensação, para parte da torcida, de que o time não demonstrou o peso do confronto. A cobrança veio acompanhada de vaias ao desempenho da equipe e ao próprio treinador ao final do jogo.
O questionamento foi feito pelo jornalista Anderson, da Rádio Liberal, que destacou a expectativa de uma superioridade técnica do Remo diante de um adversário que atualmente disputa uma divisão inferior. "Uma parte da torcida vaiou o desempenho do time, inclusive vaias ao senhor, como o senhor encara essas vaias e para quem esperava uma diferença técnica e de jogo, uma superioridade do Remo perante um adversário que hoje está numa divisão inferior e possivelmente não viu esse jogo tão diferente, o que o senhor pode explicar e se o senhor puder me permitir, o que o senhor tentou com as mudanças durante o jogo".
Em sua resposta, Juan Carlos Osório explicou as escolhas feitas para a partida e admitiu pontos que precisam evoluir no desempenho da equipe. "Primeiro, eu decidi preservar a equipe principal, guardar vários atletas para o jogo contra o Atlético Mineiro, dependendo de nossa performance, poderia responder essa pergunta, sei que os que estiveram hoje representaram dignamente o Remo, com entrega igual a eles (os principais), a mesma entrega, agora no jogo, reitero, precisamos melhorar, como defender nas transições e como preveni-las, com mais jogadores por dentro, buscar mais passes, como defender com jogadores rápidos, por isso minha decisão de terminar com dois jogadores de velocidade e colocar os laterais por dentro".