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Prêmios em dinheiro do Aberto da Austrália sobem para US$49 mi

24 dez 2019 - 12h08
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As premiações em dinheiro do Aberto de Tênis da Austrália subiram 14%, indo para 71 milhões de dólares australianos (49,1 milhões de dólares), informaram os organizadores nesta terça-feira, sendo que as maiores altas serão para os jogadores eliminados já nas primeiras fases da competição.

Os tenistas que perderem na primeira rodada de qualificação do primeiro torneio de Grand Slam do ano levam para casa 20 mil dólares australianos, um terço a mais que no ano passado, enquanto que os jogadores eliminados na primeira fase da chave principal recebem 90 mil dólares australianos, um salto de 20%.

Antes do Aberto da Austrália de 2018, o campeão sérvio Novak Djokovic precisou refutar notícias de que tivesse liderado uma revolta contra o modo de distribuição das receitas dos quatro torneios de Grand Slams, com o objetivo de que remunerassem um número maior de jogadores.

"Há muito estamos comprometidos em melhorar o pagamento e as condições para um conjunto maior de jogadores de tênis internacionais", disse o diretor do torneio, Craig Tiley, em um comunicado, destacando que a premiação total em dinheiro mais que triplicou desde 2007.

"Neste ano... nos esforçamos para premiar jogadores competindo no início do torneio, tanto no individual como nas duplas."

Os campeões individuais em 2020, homem e mulher, vão receber aumentos menores na premiação em dinheiro. Ambos levarão para casa 4,12 milhões de dólares australianos, 20 mil dólares a mais do que no ano anterior.

Costumeiramente, os tenistas conseguem assegurar a presença na chave principal do torneio, que começa em 20 de janeiro, ao ficar entre os 100 primeiros do ranking.

A japonesa Naomi Osaka é a atual campeã do Aberto da Austrália no individual feminino, enquanto Djokovic bateu recorde ao conquistar o sétimo título na final de 2019 sobre seu rival Rafael Nadal.

Em um relatório publicado no ano passado, um comitê internacional formado para investigar questões de integridade e relacionadas a apostas concluiu que os tenistas nas bases eram mais suscetíveis à corrupção devido à dificuldade de se manter, sendo que apenas entre 250 e 350 jogadores conseguem fazer dinheiro o bastante para viver.

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