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Torcedor agredido por Neymar presta queixa na França

A agressão aconteceu há quatro meses, na final da Copa da França

9 ago 2019
16h23
atualizado às 16h52
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Um dia depois do arquivamento do caso de estupro em que era acusado, Neymar pode ter novos problemas na Justiça, desta vez na França. O torcedor agredido pelo jogador durante a final da Copa da França, em abril deste ano, prestou queixa contra o brasileiro, de acordo com reportagem do jornal francês L´Equipe. No episódio, o craque subia as escadas depois da derrota na competição quando desferiu um soco no rosto do torcedor que o provocava. Outros jogadores do PSG também foram alvos das provocações.

Neymar ainda busca definir onde atuará como jogador na próxima temporada (Miguel SCHINCARIOL / AFP)
Neymar ainda busca definir onde atuará como jogador na próxima temporada (Miguel SCHINCARIOL / AFP)
Foto: LANCE!

A agressão foi filmada pelas emissoras que transmitiam a partida e pelos celulares de diversos torcedores que estavam próximos no momento. Neymar admitiu que errou em seu perfil no Instagram e justificou a reação com as provocações do torcedor.

Depois do episódio, o torcedor agredido disse ter intenção de conhecer o atacante brasileiro para "apaziguar a situação". Apesar disso, o homem de 29 anos identificado apenas como "Nelson" resolveu levar o caso para os tribunais.

"Eu avisei meu cliente que os papéis seriam revertidos e que a vítima seria considerada culpada e que, se essa situação persistisse a ponto de se tornar insuportável para ele, ele seria forçado a apresentar uma queixa para impedir essa inversão de valores", disse o advogado do torcedor, Philippe Ohayon.

O advogado expressou ainda seu descontentamento com a Justiça pela forma como o caso foi conduzido. "Estamos decepcionados com o fato de o Ministério Público de Bobigny ter sido totalmente indiferente a esse ato, ao passo que, se meu cliente tivesse atacado Neymar da mesma forma, sem dúvida, a justiça o teria massacrado. Se um promotor do Ministério Público rejeitar esta queixa, isso significaria que amanhã qualquer um pode ser espancado por uma observação frívola ou escárnio sem medo de ser processado", completou.

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