3 eventos ao vivo

Segundo UFMG, Cruzeiro tem 1% de chance de voltar à Série A

Pesquisadores da UFMG fez os cálculos do que o Cruzeiro precisa para chegar à elite nacional e também como evita a queda para a C

26 out 2020
18h01
atualizado às 18h21
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

Com 17 pontos em 18 jogos e na zona do rebaixamento, ocupando a 18ª posição a um jogo do fim do turno, o Cruzeiro tem uma dura realidade pela frente para ainda sonhar com o acesso à Série A em 2021. O time celeste tem primeiro de pensar em evitar a queda para terceira divisão antes de se imaginar no G4 do acesso. E, os dados estão contra o time mineiro.

Sem uma reação efetiva em campo, o Cruzeiro mostra a cada rodada que o objetivo do clube será permanecer na Série B do Campeonato Brasileiro. Enquanto a probabilidade de acesso é mínima, o risco de queda ainda é considerável.

jogadores do Cruzeiro comemoram o gol da vitória contra o Operário (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
jogadores do Cruzeiro comemoram o gol da vitória contra o Operário (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
Foto: LANCE!

De acordo com o Departamento de Matemática da UFMG, o Cruzeiro tem apenas 1,1% de chance de voltar à elite nacional. Esse número assustador para o torcedor azul indica que somente uma performance avassaladora do time cruzeirense poderia levá-lo à primeira divisão.

Os matemáticos da UFMG dizem que o clube que fizer 63 pontos tem 99% de probabilidade de conseguir o acesso. Com esse parâmetro, o Cruzeiro tem de marcar 46 pontos nos próximos 20 jogos, o que dá um aproveitamento perto dos 70%.

Risco de queda é maior

Enquanto a chance de subir é pequena, o risco de rebaixamento do Cruzeiro elevado. Segundo a UFMG, o time azul tem 44% de chances de cair para a Série C do Brasileirão.

Para evitar nova degola, os matemáticos indicam que o time que fizer 47 pontos estará a salvo da queda. Logo, o Cruzeiro tem de anotar pelo menos 30 pontos em 20 jogos.

 

Veja também:

Seleção feminina ganha camisas sem estrelas do masculino
Lance!
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade