Script = https://s1.trrsf.com/update-1768488324/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

LANCE!

Jogadores se manifestam e pedem justiça no caso Mariana Ferrer

Atletas não concordam com sentença de que ato do empresário André de Camargo Aranha contra a jovem foi 'estupro culposo', crime que não está previsto na lei brasileira

3 nov 2020 - 15h59
(atualizado às 17h25)
Compartilhar
Exibir comentários

O caso da influenciadora digital Mariana Ferrer tomou uma proporção muito grande nas redes sociais. O julgamento teve sentença inédita, com uma classificação de que o ato do empresário André de Camargo Aranha contra a jovem foi "estupro culposo", crime que não está previsto na lei brasileira. Diante disso, alguns jogadores de futebol se manifestaram nesta tarde de terça-feira.

O primeiro jogador, através de sua conta no Twitter, foi o atacante Richarlison, do Everton (Inglaterra), e da Seleção Brasileira, que pediu "justiça" e também compartilhou uma publicação da atriz Bruna Marquezine, que ficou irritada com a tese do promotor Thiago Carriço de Oliveira e a decisão do juiz do caso.

Além de Richarlison, outro jogador brasileiro também se manifestou nas redes sociais. Ex-Flamengo, Reinier, que atualmente está no Borussia Dortmund, compartilhou o mesmo comentário com relação ao fato.

Pelo Brasil, o jogador do Internacional João Peglow também pediu justiça pelo caso da influenciadora. Além disso, destaca que "não existe estupro culposo".

O Vasco, até a publicação desta matéria, foi o único clube que se manifestou contra a decisão final do julgamento.

CONFIRA OUTROS JOGADORES:

O CASO

O empresário André de Camargo Aranha foi acusado de estuprar a promoter de 23 anos durante uma festa em 2018. Inicialmente, Aranha havia sido condenado pelo promotor Alexandre Piazza por estupro de vulnerável, quando a vítima está sob efeitos de entorpecentes ou álcool e não é capaz de consentir ou se defender. Ele também solicitou a prisão preventiva do acusado, que foi aceita pela Justiça, mas foi derrubada em segunda instância pela defesa de Aranha. Houve uma troca de promotores do caso, saindo Piazza e entrando Thiago Carriço de Oliveira, que em suas alegações finais veio com a tese do estupro "sem intenção". O juiz Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, concordou com a tese de Oliveira e absolveu Aranha.

Lance!
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade